Área de Convivência – Seita das Águas Serpentinas

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Área de Convivência – Seita das Águas Serpentinas

Mensagem  Admin em Dom Jan 13, 2013 10:40 pm

Na base do Monte Popocatépetl, que marca o centro do Parque, há a área de convivência. Uma planície cuidada para acomodar construções. Os membros da Seita vivem de forma relativamente igualitária aqui. As casas pequenas fazem uma espécie de ferradura mais quadrada, de forma a aproveitar todo o espaço que têm. No meio disso, há o gramado onde podem ser colocadas algumas mesas, e onde algumas comemorações da Seita acontecem. Na abertura da ferradura, porém, há uma casa maior e mais luxuosa, de frente para as demais. A casa do Conselho dos Anciões.


Considerem que existem 3 fileiras dessas casas. Duas na "vertical” e uma na “horizontal”, fazendo uma ferradura com ângulos retos.


Casa dos Anciões
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Narração - Calixto

Mensagem  Narração em Seg Fev 11, 2013 4:33 pm

Após algum tempo – ele não fazia ideia de quanto – , Calixto acordou. Sua visão estava turva, mas podia ver, acima de si, a figura de um lobo, em sua coloração castanha. Ele aprecia morder algo, como algum tipo de ramo, que passava no corpo do índio, como varrendo-o. A única iluminação ali era uma chama tremulante, que causava ainda mais sensações de alucinação. Instantes depois, o lobo solta o ramo, abaixando a cabeça e, estranhamente, cuspindo algo no rosto de Calixto, alog de cheiro forte, como um chá. Seus ferimentos já não doíam mais, parecendo estarem dormentes, como mais cedo.
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Calixto - Narração

Mensagem  Calixto em Sex Fev 15, 2013 2:54 pm

O índio finalmente acorda, atordoado e já praticamente sem dor. Um lobo está acima dele quando abre os olhos sob uma luz tremeluzente. Ainda não tem certeza de como chegou ali, ou do que estar acontecendo consigo. Quando o lobo para de fazer o que parece uma raspagem na ferida, lhe cospe algo que parecia, pelo cheiro, um tipo de chá.

- Co-como...? o q-que estar acontecendo?

Então tenta se levantar usando os braços como apoio.
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Calixto

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Narração - Calixto

Mensagem  Narração em Seg Fev 25, 2013 10:13 pm

A tentativa de Calixto é frustrada quando o lobo apoia suas patas em seu peito, fazendo-o se deitar. Apesar de não sentir mais dor, estava cansado, fraco, exausto. Mas além disso, sentia o que parecia ser uma espécie de calmante, algo que o deixava relaxado, fazendo-o transitar entre um estado de sono e vigília.
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Calixto - Narração

Mensagem  Calixto em Qua Fev 27, 2013 3:14 pm

O índio tem seu movimento interrompido pelo lobo, e sentindo aquela patada, se volta para si, aquilo que sentia, que era um misto de realidade e sonolência, tenta olhar para o próprio peito para ver como estava, enquanto fala para algo que não sabe se vai responder.

- D-o-onde estou? O q-que h-h-ouve?
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Narração - Calixto

Mensagem  Narração em Ter Mar 05, 2013 12:09 pm

Calixto acordou com uma estranha sensação. Aquilo que havia acontecido na noite passada era verdade ou apenas um sonho ruim? Acordou em uma cama estranha, em um quarto estranho. Ao seu lado, no criado mudo, podia sentir cheiro de café, e ao lado do mesmo, um pedaço de pão marrom, bem escuro.
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Calixto - Narração

Mensagem  Calixto em Ter Mar 05, 2013 12:29 pm

Acordando como se de um pesadelo, Calixto esfrega os olhos e ergue as costas da cama, olhando ao redor... Então toca o próprio peito em busca das feridas das quais lembrava está ali a pouco tempo, e não há nada ali, nenhum sangramento ou dor, apenas uma cicatriz, como se para lembrá-lo de que não sonhara, e pior ainda, lembrando-o que poderia ter passado dias desacordado. e ali, naquela cama diferente e num quarto que não era dele, havia um café da manhã (na cama) já colocado sobre um criado mudo, o que lhe espantou muito, essa era uma mordomia que nunca recebera na vida. E como se pra não fazer uma desfeita, começa a comer vorazmente o que tinha pela frente.
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Narração - Calixto

Mensagem  Narração em Sab Mar 09, 2013 7:34 pm

Enquanto comia, Calixto foi interrompido por um sujeito bem apessoado, estranhamente sorridente. Vestia-se de maneira bem simples: uma calça surrada de cor bege. Em seu peito podiam ser vistas algumas pinturas em tinta azul, em padrões claramente estrangeiros (pinturas tipicamente celtas). Ele não demorou a falar.

- Ah! Então é você o matador de Maldito! Bem impressionante, bem impressionante. Come rápido aí, fico de te levar pro Coração. A propósito, meu nome é Julian. Ou Cordel-Dourado. O que achar melhor. Aron te ensinou alguma coisa?

Ele parecia ser do tipo tagarela.



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Calixto - Narração

Mensagem  Calixto em Sab Mar 09, 2013 7:54 pm

Chega um estrangeiro com pinturas no peito, um cara muito sorridente, Calixto não gostava de brancos sorridentes... Esses infames só riam quanto estavam tirando algo de seu povo. O homem se mostra um tagarela, e começa a falar sobre a proeza do índio, ao que parecia, os tais malditos eram perigosos.

Coloca todo o restante de pão na boca, empurrando apressadamente com o café, goela abaixo. Fica em pé num instante e fala, ainda com a boca cheia.

- É, matar é fácil... humft! Aron só me ensinaria a ser um estrangeiro petulante com neguinho ferido.

Fica contraria,do ainda estava com rancor do ruivo.

- Vamos, Julian, me leve onde quer que seja, e no caminho me explique o que estou fazendo aqui e o que foi tudo isso que aconteceu de ontem pra hoje...
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Narração - Calixto

Mensagem  Narração em Seg Mar 11, 2013 8:56 pm

- Há! Então já decorou a cartilha dos índios. Mas não liga não, não é o único. Vamos lá, vejo o que posso te ensinar no caminho.

Ele saiu. Calixto estava acostumado a uma vida simples e rústica, embora a presença de tantos estrangeiros fosse suficiente para amargar qualquer boca com alguma dignidade.
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Calixto - Narração

Mensagem  Calixto em Ter Mar 12, 2013 8:06 am

O índio estava irritado com tudo aquilo, de como parecia entrar em uma lenda sagrada de sua tribo, e ao mesmo tempo, só encontrava-se com estrangeiros brancos, e ainda por cima, fantasiados de índios com seus corpos pintados.

- Porque você estar com o corpo pintado? Se "converteu" em índio?

Calixto joga um pouco de sarcasmo pra cima de seu interlocutor, dando uma risadinha com o canto da boca, enquanto segue o homem pro caminho que este indicar.
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Narração - Calixto

Mensagem  Narração em Qua Mar 13, 2013 11:30 am

Durante a saída, Calixto vê uma casa simples, de poucos móveis. Lá fora, havia um espaço gramado, com diversas casas iguais, lado a lado, com apenas uma casa grande. O sol já estava ficando forte. Julian gargalha um pouco.

- E acha que só índios se pintam?!?! Meus ancestrais celtas e pictos já se pintavam a tanto tempo quanto os nativos daqui! Temos Tribos. E elas possuem suas marcas. Logo aprenderá a sua.

O sujeito continuou a caminhar, afastando-se daquele amontoado de casas, de onde, bem perto, podia ser vista uma enorme montanha, de topo nevado.
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Calixto - Narração

Mensagem  Calixto em Qui Mar 14, 2013 1:36 pm

O índio acompanhava Julian, lembrando-se da última vez que seguiu um branco, Aron, "ruivo filho da puta, tá me devendo uma surra". Observa a simplicidade da casa e avança por entre aquela aldeia estranha e logo no horizonte ver um alto pico... Julian conta que seu povo também se pintava, e pensa que até poderia, mas que os índios ficavam melhores pintados, isso ficava. Foi quando o rapaz branco comenta sobre terem tribos também.

- Eu conheço a marca de minha tribo! Vocês brancos que devem precisar relembrar, pois se afastaram muito, e a muito tempo, dos ancestrais...

- Além de desenho pelo corpo, o que mais há aqui de diferente de minha tribo? E melhor, me responda que negocio é esse de escolhido que o Aron me contou pela metade, a coisa dos espíritos-lobos, você é só um lacaio ou é um espírito-lobo-branco-traiçoeiro como o ruivo?
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Narração - Calixto

Mensagem  Narração em Qui Mar 14, 2013 2:44 pm

- Bem, esse conceito de tribo que você conhece não é bem o nosso. É muito maior que isso. É Tribo, com T maiúsculo!

Os dois seguiam por um terreno pedregoso, embora mais verde do que uma parte que Calixto podia ver adiante. Os passos do sujeito são rápidos, mas naquela manhã, não teria os problemas que teve à noite. Sua força estava completa. Ele continuou.

- Escolhido... Mais ou menos. Escolhido, sim. Da mesma forma que um albino é “escolhido”. Só deu a sorte ou azar, depende do que acredita, de herdar uma herança que a maioria nem imagina. E lacaio?!?! Há! Eu sou o Menestrel dessa Seita! Ainda me ouvirá muito. E quando a Aron, não o chame de traiçoeiro na frente dele. Não quer passar os próximos anos em uma cadeira de rodas!

-

Continue na DIVISA.

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Khloe - Narração

Mensagem  Khloe Lykainion em Qui Abr 10, 2014 11:55 am

Eles chegam ao local e enquanto aguardava, Khloe observava as casas, então ela é chamada e recebe um afetuoso abraço de Helena, que ela retribui da mesma forma e se despede da irmã:

– Obrigada, Helena. Até logo!

E então se encaminha para o local onde Gavin lhe chamava. Não podia negar que estava um pouco ansiosa, pois não sabia o que viria pela frente com Papa Alain, mas enfim, logo descobriria.

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Narração - Khloe

Mensagem  Narração em Qui Abr 10, 2014 12:11 pm

Gavin entrou na casa de novo. Era uma casa simples, com algumas redes e camas espalhadas. Era muito mais um dormitório com uma pequena cozinha do que uma casa propriamente dita. Assentado em uma das camas, estava um franzino homem negro, bem velho, ostentando sua barba branca e olhos meio amarelados. Vestia-se com roupas brancas. Uma calça comprida e uma camisa também de mangas compridas. Em seus pés, um par de sandálias marrons. Ele olhou Khloe. Ela havia sido a primeira a chegar ali. O velho bateu a mão na cama, ao seu lado, convidando-a. Disse de maneira calma, como alguém que não tinha pressa alguma.

- Senta aqui, minha filha. Vejo que a Weaver ainda é forte em você... Gosta de tecnologia, não é mesmo? Lhe falaram da Weaver no Caern onde estava?
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Khloe - Narração

Mensagem  Khloe Lykainion em Sex Abr 11, 2014 2:21 pm

Khloe se aproxima do ancião. Aprendera que era muito difícil um garou atingir uma idade mais avançada, não porque eles não conseguissem chegar até esta etapa de vida, mas porque a guerra contra a Wyrm levava os heróis muito antes da velhice chegar. Sentiu um profundo respeito pelo senhor, até porque, fora criada pela avó e tinha uma ligação carinhosa para com os idosos.

Ela sorri ao ouvir ele chamando-a por filha, e aproxima-se, sentando-se onde ele pedia. No seu espanhol, bastante fluente, ela responde:

– Sim, Papa Alain, tive a oportunidade de receber os ensinamentos a respeito da Tríade através de minhas irmãs, mas gostaria de ouvir a sua sabedoria sobre a Weaver, se o Papa me julgar digna dos seus ensinamentos.

Na verdade compreender a questão da Tríade não era algo tão simples assim, de forma que Khloe até achava exagerado demais essa implicância com a tecnologia que existia, dentro da maior parte da Nação Garou. Pensava que era coisa dos velhos implicantes, que não conviveram com a tecnologia no seu tempo e que agora “demonizavam” o que era “complicado” para eles. Era natural que jovens gostassem de tecnologia, já haviam saído da idade média há séculos atrás. Se não tivesse o sangue de uma Fúria, certamente não teria se importado de ser uma Andarilha do Asfalto, mas achava que era tolice limitar o potencial de um Garou por causa de sua Tribo, portanto, não achava nada de mal ela apreciar e saber fazer bom uso da tecnologia.

Observava o ancião, que sabia ser o Theurge mais importante daquela Seita, a espera da resposta que ele daria para a Cliath.

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Narração - Khloe

Mensagem  Narração em Dom Abr 13, 2014 11:39 am

- bem, muita gente pensa, né, que a Wyrm é o mal, isso e aquilo... Bem, atualmente, isso não deixa de ter um pouco de verdade. Mas temos que lembrar de como tudo começou: A Weaver. Ela é quem não queria que suas criações fossem destruídas pelo tempo, e é por isso que tentou prender a Wyrm em suas teias, causando a separação dela em 3, e causando todos esses problemas que temos hoje. As crias da Weaver não são pútridas ou feias, não! São lindíssimas, perfeitas... Mas são igualmente perigosas!

Ele deu uma pausa, coçando sua cabeça e estalando um pouco os dedos, então voltou a falar.

- E assim como nos maculamos quando vamos fundo de mais nas coisas da Wyrm, sejam as pequenas ou as grandes, também nos maculamos quando vamos fundo de mais na Weaver... Não tem como eliminar essas duas coisas da vida, porque Wyld, Weaver e Wyrm fazem parte de nós, de todos os seres vivos... Nós somos concebidos pela Wyld, tomamos uma forma pela Weaver, e morremos pela Wyrm. Essa é a forma natural das coisas.

Ele a olhou de maneira mais penetrante, mas não ameaçadora.

- Eu sei que você gosta de coisas modernas, computadores... Não está errada em gostar. Eles ajudam muito... Nossos irmãos Andarilhos do Asfalto usam isso muito bem em nosso favor. Porém... eles foram fundo de mais, a ponto de querer máquinas em seus próprios corpos. E tudo começou com a ideia de usá-las como auxílio...
Por isso, tome cuidado... Não se deixe ser sugada, entende? Você vive em um mundo que ainda é muito bonito. Aproveite um pouco a Wyld! Tenha uma planta, a veja crescer. Equilibre-se!

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Khloe - Narração

Mensagem  Khloe Lykainion em Seg Abr 14, 2014 3:41 pm

Khloe ouvia o que o ancião dizia com atenção. Compreendia o que ele queria dizer, que não deveria ser nem 8 e nem 80, mas sim, um ponto de equilíbrio entre ambos, nada de excessos que pudessem culminar em desequilíbrios.

Ela balança positivamente a cabeça e responde:

– Entendo o que o senhor quer dizer, que a balança deve ficar equilibrada e que devemos aproveitar, com sabedoria e responsabilidade, o que há de melhor em cada uma das faces da criação… certo?

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Narração - Khloe

Mensagem  Narração em Ter Abr 15, 2014 10:33 am

- Exatamente... Tem que ser equilibrada. Esse é o princípio de tudo: o equilíbrio. Nós lutamos porque o equilíbrio do mundo foi perdido. E pra conseguirmos lutar, precisamos de equilíbrio interno!

Ele mal termina de dizer, e Maya já chega. As duas haviam se dado bem desde o começo, e vê-la deixa Klhoe um pouco mais animada. Alain a chamou também, e ela logo se assentou ao lado de Khloe. Bem alegre, a morena disse.

[Maya] – Khloe! Quanto tempo! Passou pelo Rito também?
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Khloe - Narração

Mensagem  Khloe Lykainion em Ter Abr 15, 2014 5:05 pm

Khloe balança a cabeça afirmativamente, mas antes que tivesse tempo de dizer algo, ela vê Maya, que acabava de chegar. A Theurge sorri, gostara de Maya e era bom ver um rosto familiar de alguém que estava passando por algo que ela também estava.

Ela responde:

– Hola, Maya! Sim, voltei hoje! Bom te ver!

Diz de forma sincera. Quantos mais ainda chegariam? Lembra-se do índio com o qual não simpatizara muito, será que ele voltaria também? Sinceramente, para ela não fazia diferença, desde que ele soubesse exatamente qual era o seu lugar e isso significava, não bancar o engraçadinho machista pra cima dela, pois isso lhe tirava do sério.

Ela então pergunta para Papa Alain:

– Nós ficaremos na mesma matilha, Papa? Já teremos algo para fazer pela Seita? Como será nossa vida de agora em diante?

Khloe podia ser tímida, mas era do tipo que gostava de fazer perguntas quando queria saber de algo e ela realmente ainda se sentia bem ansiosa com relação ao futuro.

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Narração - Khloe

Mensagem  Narração em Qui Abr 17, 2014 12:31 pm

- Ahh, que bom! Aquilo é difícil, heim? Mas me falaram que é diferente em cada tribo!

Maya se assentou ao lado de Khloe, ouvindo-a fazer a pergunta ao Papa, mostrando-se igualmente interessada na resposta, chegando a inclinar-se para a frente para poder ver o velho homem. Ele assentiu positivamente.

- Sim, vocês formarão uma Matilha... E a vida de vocês será como a de qualquer Garou normal. Missões, muitas missões. Mas também terão momentos bons, eu garanto. A cidade anda muito problemática... vivemos em um dos piores lugares do mundo. Então, vocês passaram bastante tempo lá. Investigando, tentando eliminar o que puderem...

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Khloe - Narração

Mensagem  Khloe Lykainion em Seg Abr 21, 2014 6:58 pm

Khloe concorda com Maya, acenando positivamente ao ouvir seu comentário.

Papa Alain começa a responder suas perguntas tão logo Maya senta-se. As palavras do ancião fazem um sorriso estampar-se no rosto de Khloe. Além de saber que formaria uma Matilha com Maya, a perspectiva de em breve começarem a “viver” dentro da cidade e colocando a mão na massa, era uma recompensa para a Cliath.

Quem sabe em breve não poderia começar a eliminar aqueles malditos vampiros? Sentia uma necessidade de vingança.

Ela não diz nada, apenas acena positivamente, mostrando que entendia e concordava, esperava por mais palavras ou instruções do Ancião, ou quem sabe, alguma pergunta de Maya para o Theurge.

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Narração - Khloe

Mensagem  Narração em Ter Abr 22, 2014 12:45 pm

- Primeiro, formarão uma Martilha temporária... um Garou dessa seita será o líder de vocês, e vai ensinar como as coisas são feitas por aqui. Depois que já tiverem estabelecido uma liderança entre vocês, poderão sair e procurar um Totem, quem sabe? Ter um deles a seu favor é importante. Na verdade, em uma terra cheia de mortos vivos, como essa, os espíritos são uma grande vantagem que nós temos. Os tratem bem, sempre! Nunca se esqueçam disso.

O velho limpou a garganta, dizendo em seguida.

- O resto eu direi daqui a pouco... ainda faltam dois pra chegar.

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Khloe - Narração

Mensagem  Khloe Lykainion em Ter Abr 22, 2014 7:45 pm

Um Totem era importante, certamente. Qual poderia ser o Totem da Matilha que se formaria naquele dia? Não tem muito tempo de pensar, pois logo houve a palavra mortos-vivos e ela tinha aprendido muito bem o significado daquilo. Seria um prazer para Khloe cuidar dos mortos vivos do México e trabalhar em equipe não seria ruim, desde que, é claro, cada um tivesse sua função muito bem definida e ninguém ficasse se metendo onde não era chamado. Embora fizesse o tipo mais solitário, alguém que vinha de uma multinacional como ela, sabia como trabalhar em equipe.

E então ela fica pensando no conselho de Papa, sobre tratar bem os espíritos. Se havia uma coisa que ela realmente havia curtido nesta nova “vida”, era o contato com os espíritos na Umbra. Nossa, aquilo era uma “viagem” muito louca, algo muito místico e envolvente. Taí uma experiência que nunca tinha sentido com game nenhum.

Ela balança positivamente a cabeça quando ele fala sobre tratar bem os espíritos e chega a dar um sorriso e então Papa fala que não falaria mais por enquanto porque estava a espera de outros dois.

Khloe pergunta:

– Os outros dois são aqueles que conhecemos no dia da nossa chegada aqui?

Inevitável lembrar do índio estúpido que teve o desprazer de conhecer e o outro que era um lobo o qual mal viu direito, mas logo pergunta:

– Uma matilha tem que viver junto? Quero dizer, na cidade cada um poderá ter seu apartamento, não é assim?

E olha para Maya, porque ela deveria se lembrar do índio e sua lamentável cena preconceituosa. Não se importava de ter que viver com Maya, se fosse preciso, mas com um imbecil como aquele, era capaz de perder a cabeça e enfiar suas garras nele. Aliás, lembrava-se muito bem da intensa fúria que sentiu durante os instantes em que esteve com o casca grossa.

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Re: Área de Convivência – Seita das Águas Serpentinas

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