Rodovia Cidade - Parque

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Maya - Narração

Mensagem  Maya Moreno em Seg Jan 28, 2013 1:25 pm

Maya ri, e diz:

-- Se vai ser longa eu não sei, só sei que quero aproveitar o que eu puder! Viver como achar que devo e fazer o meu melhor! E, na boa… é a vida quem nos dá as chances… aproveita quem quiser…

Ela dá uma piscadinha pra ele, de quem finalizava a frase de boa.
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Narração - Maya

Mensagem  Narração em Seg Jan 28, 2013 2:22 pm

- É, tem razão.

Ele diz sem grandes emoções, continuando a dirigir despreocupadamente. O banco de Juan, à frente de Maya, começa a reclinar, deixando-a com pouco espaço. O jovem aprecia ter se esquecido de que ela estava ali.
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Maya - Narração

Mensagem  Maya Moreno em Seg Jan 28, 2013 2:28 pm

Maya vê o folgado da frente reclinando o bando e deixando ela mais espremida, mas procuraria subir as pernas para o meio do carro e procura não reclamar, a menos que ela realmente não conseguisse ou tivesse que se apertar ao ponto de causar dor no corpo, aí então pediria educadamente que Juan subisse um pouquinho o banco. Caso contrário, ficaria na dela.

Então pergunta para Carlos:

-- Ainda demora para chegarmos, Carlos?
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Olhos-Cinzentos - Narração

Mensagem  Noh-Tante em Seg Jan 28, 2013 4:20 pm

*Senta nas patas traseiras e levanta as orelhas *

- Minhas patas doem, digam que estamos chegando seja lá onde for!

* Solta um ganido *

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Narração - Maya

Mensagem  Narração em Seg Jan 28, 2013 5:40 pm

Carlos acaba rindo um pouco da situação de Maya. Diante da pergunta, acenou negativamente com a cabeça.

- Faltam alguns minutos apenas. Conhece aquele Parque Nacional famoso? É pra lá que estamos indo.

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Narração - Olhos Cinzentos

Mensagem  Narração em Seg Jan 28, 2013 5:42 pm

E logo a luz invade aquela grande caixa, quando é aberta por um humano. Os lobos logo fogem, mas são barrados por altas cercas e um portão. O lobo cinzento que havia entrado depois sai logo dali, voltando à sua forma humana. Lá fora, outros dois humanos estavam de pé. Humanos, até um deles tirar o grande sombreiro mexicano, expondo um par de chifres de carneiro.

-

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Maya - Narração

Mensagem  Maya Moreno em Seg Jan 28, 2013 6:30 pm

Ao ouvir o nome do Parque Nacional, Maya abre um sorriso, respondendo:

-- Claro! Muitos finais de semana eu passo por lá… Passo bons domingos, com amigos! Fazemos piquenique, jogamos bola, brincamos com nossos cães… Ah, eu adoro ir lá! Que bom que a gente esteja indo pra lá! Mas… uma perguntinha: tem algum lugar pra gente dormir? Tipo, casa, tenda, barraca? Eu sou do tipo aventureira, não ligo de ficar em barraca não, até gosto!

Maya curte muito saber pra onde estavam indo. Nada mais próprio, pelo tipo de criatura em que se transformavam… Era mais seguro para todos, e um lugar lindo!
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Narração - Maya

Mensagem  Narração em Qua Jan 30, 2013 9:42 am

-Hah! Cachorros? Nada legal levar esses bichos pra lá... Território dos bons lobos mexicanos selvagens!

Diz Carlos, entusiasmado. Logo, eles entram em uma pequena estrada, seguindo por algumas centenas de metros, até parar o carro diante de um enorme portão e uma guarita. Imediatamente, todos se preparam pra sair. Juan acorda com uma cotovelada de Carlos, assustando-se quando olha pra trás. O negro diz.

- Opa! É... Me desculpa! Esqueci que cê tava aí!
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Maya - Narração

Mensagem  Maya Moreno em Qua Jan 30, 2013 11:06 am

Maya apenas reflete com o que Carlos diz.

“Claro… como se todos os seres humanos soubessem da existência de lobisomens… Quem não tem lobo, “caça” com cão mesmo…”

Então eles chegam frente a um portão, depois de passarem por uma estradinha. Juan se desculpa por apertá-la, e Maya responde:

-- Sem problemas, não me apertou muito e vi que você estava cansado, não quis te incomodar. Me distraí conversando com Carlos, foi tranquilo.

Maya aguardava pelo que fariam.
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Narração - Maya

Mensagem  Narração em Qua Jan 30, 2013 12:37 pm

Logo todos saem do carro. De fora, Vitoria diz.

- Venha, Maya. A viagem fácil termina aqui.

O portão estava fechado, e de atrás dele, alguns enormes lobos brancos latiam e uivavam alto, como se tentassem escapar daquela lugar. Assim que Maya sai do carro, um sujeito o pega, levando-o pra lone.
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Maya - Narração

Mensagem  Maya Moreno em Qua Jan 30, 2013 7:07 pm

Com o que Vitoria lhe diz, começa a pensar que fariam um boa caminhada, tipo trilha dificuldade 5.

Ela desce do carro, que logo é pego por um sujeito que o leva para outro lugar. Então vê do outro lado do portão, lobos brancos que pareciam querer fugir. Ela pergunta:

-- Por que parecem querer fugir?


Aguardava com ansiedade por entrar. O parque era lindo, adorava o lugar, ainda mais agora, que descobria um mistério muito louco a respeito de si, e que a faria sentir ainda mais o contato com a natureza… Pelo menos era assim que conhecia os lobisomens do cinema… pelo menos da parte de ser lobo… Estava ansiosa por saber mais.
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Narração - Maya

Mensagem  Narração em Qua Jan 30, 2013 7:18 pm

- São novos, e tiveram uma noite realmente traumática. Não foi a única a se transformar essa noite.

Respondeu Vitoria. Ela se aproximou do portão, olhando os lobos com certa ternura. Pouco depois, os latidos cessaram. Os lobos se assentaram, e relaxaram. Do outro lado do portão, Maya poderia ver um furgão, e estranhamente, um sujeito que parecia ter chifres de carneiro na cabeça. Algo que não parecia ser estranho aos outros. Carlos e Juan ficaram perto do portão. Quando Maya se aproximou, o portão foi aberto, mas não inteiramente. Carlos entrou primeiro, impedindo a fuga dos lobos.
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Maya - Narração

Mensagem  Maya Moreno em Qua Jan 30, 2013 7:30 pm

Haviam outros além dela que tinham recebido a notícia de que eram mais que simplesmente humanos, entretanto, esses reagiam com medo. Bem, ela reagira como agiria diante de fatos tão evidentes, mesmo para algo assim tão estranho, afinal, provas eram provas. Enfim, depois de olhar para Vitoria e ver como os lobos pareceram se acalmar depois de ela apenas olhá-los, lhe fizera colocar mais um ponto na “lista” das coisas que lhe fizeram acreditar e aceitar a situação: talvez houvesse tido uma boa pessoa a lhe mostrar um pouco do caminho. Pensa que se tivesse sido Carlos a conduzir a situação, talvez tivesse sido um pouco mais demorado o processo de aceitação.

Mas ao ver do outro lado do portão, próximo ao furgão, vê um homem que parecia ter chifre, como os de carneiro! Bem, se ela mesma já havia passado por uma experiência de transformação, ver chifre em cabeça de gente já nem era assim mais aquela coisa que lhe faria dizer: “Minha nossa senhora de Guadalupe, que diabos é isso???”, apesar de ainda ser impactante ver coisas que pareciam ser “do outro mundo”…

Com as reflexões na mente, Maya seguia com eles, aproximando-se do portão, à espera de que fosse a sua vez de entrar.
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Narração - Maya

Mensagem  Narração em Qui Jan 31, 2013 9:43 am

Quando Maya passou pelo portão, sentiu algo arrebatador. Uma sensação ao mesmo tempo estranha e reconfortante, quase como pisar em seu lugar favorito após anos. Havia uma aura primitiva naquele lugar, capaz de fazê-la se sentir mais conectada com a selvageria ao seu redor. O sujeito com chifres se aproximou, enquanto dois homens conversam perto da van. Ele diz entusiasmado, para Vitoria.

- Então essa é a sua?!?! O nosso é, adivinha? Um Lupino! Mas o coitadinho sofreu. Pelas manchas e cheiro no pelo, parece que mijaram nele.

-

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Khloe - Narração

Mensagem  Khloe Lykainion em Dom Maio 25, 2014 1:48 pm

Quando Calixto começa a falar, Khloe revira os olhos. Aquele sujeito realmente tinha problemas sérios. Ela balança negativamente a cabeça e com os olhos no retrovisor, observa com curiosidade a reação de Josesito, na expectativa de que o líder da matilha tivesse a capacidade de colocar Calixto no seu devido lugar, explicando para a criança que ninguém ali estava interessado em provar nada para ele e que se ele julgava que os outros Garou eram inimigos, então talvez uma matilha não fosse o local mais apropriado para estar, o que, na visão de Khloe não seria nada mal.

Já tinha percebido que o sujeito adorava ser o centro das atenções e não estava mais interessada em dar ibope pra ele, que falasse para as paredes e continuasse nos seus delírios megalomaníacos.

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Narração - Khloe - Calixto

Mensagem  Narração em Dom Maio 25, 2014 2:57 pm

O discurso de Calixto faz Maya suspirar, até mesmo com força, encostando sua cabeça no vidro do carro, olhando pra rodovia em sua escuridão. Josesito chega a rir baixo, acenando negativamente. Disse de forma amigável, sem zombar.

- Andou aprendendo as coisas erradas, Calixto. Antes dos brancos chegarem, a América já era bem suja, tanto quanto o resto do mundo. Estamos indo pra Cidade do México, que foi construída sobre as ruínas de Tenochtitlán, a capital asteca. O que acontecia lá chamava espíritos da Wyrm como se fosse uma liquidação em loja de carros hoje em dia. Escravidão, sacrifícios humanos. É por isso que os Uktena aprisionaram tantas coisas na terra. A corrupção que rasteja por baixo da cidade é muito mais antiga do que a colonização! Assim como as guerras e a morte. É fácil culpar os brancos, mas antes deles chegarem, isso aqui não era nada bonito.

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Calixto - Narração - Khloe

Mensagem  Calixto em Dom Maio 25, 2014 3:14 pm

O índio ouve o discurso do roedor de ossos mestiço (os primeiros a se venderem Às cidadelas de concreto). Ainda não sabia nada daquilo que ele dizia, mas os estrangeiros da Wyrm eram espertos (foi avisado), e Calixto decide que é melhor aceitar o que o líder falava. Se restringindo ao silêncio após um leve som lhe escapando da garganta.

- Urgh!
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Khloe - Matilha

Mensagem  Khloe Lykainion em Dom Maio 25, 2014 7:38 pm

Khloe fica um bastante desapontada com a reação de Josesito, que se restringe a uma pequena aula sobre o passado dos Garou e os asseclas da Wyrm na cidade do México. Pra ser sincera, esperava mais pulso por parte do líder, mas o que mais lhe surpreende é a reação de Calixto que não volta a abrir a boca, algo muito estranho para quem, até então, arrotava sandices atrás de sandices temperadas de uma arrogância sem fim.

Pensa em falar, mas reflete e percebe que suas palavras acabariam por sair ásperas e irônicas e por fim dá de ombros e mantém-se na dela. Procuraria ignorar as bizarrices do índio insano, cheio de rancores e preconceito, e, bem… quando não conseguisse mais ignorar suas verborragias, poderia sempre usar suas garras para arrancar aquela língua maldita do Wendigo.

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Narração - Khloe - Calixto

Mensagem  Narração em Seg Maio 26, 2014 10:15 am

A viagem não era demorada. A cidade ficava a pouco mais de 10 quilômetros do Parque, e correndo a uns 160km por hora, Josesito fez o caminho bem rápido, reduzindo a medida que as luzes da cidade, assim como câmeras e medidores e velocidade começaram a ficar mais próximos. Aquela típica luz amarela de início de cidade era perfeitamente visível. Muitas pessoas estavam na rua ali. Parecia ser um bairro bem pobre, e também violento, já que a medida que iam cruzando as ruas, eram visíveis brigas, discussões.

[Josesito] – Enfim, chegamos. Como já era esperado, essa noite vamos ficar por essa área. Ela é nossa, por assim dizer, e precisamos mantê-la assim.

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Postem na REGIÃO SUDESTE!
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