Boate Look - Centro

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Boate Look - Centro

Mensagem  Admin em Qui Nov 06, 2014 5:57 pm

É a boate mais badalada da cidade de Santa Fé. Funciona de Quarta-feira a domingo, de 22:00h a 05:00h. É um local frequentemente visitado por jovens, onde acontecem shows semanais com os mais variados DJ’s, e nas noites de semana, o DJ da casa anima a festa.

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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Seg Nov 10, 2014 4:26 am

A garota logo se assusta quando um mendigo bate nos vidros da porta do carro dando um pulinho mas sem chegar a gritar ou dar outro sinal de espanto que não aquele. Loucos existiam em todo o lugar, a garota observava e acompanhava o pobre coitado birutinha correndo pelas ruas como se estivesse anunciando o apocalipse e faz um "tsc , tsc..." com a boca.

"Onde esse mundo vai parar, meu Deus?"

Felizmente aquilo não chegava nem perto de abalar o enorme apetite de carne fresca que sentia, estava sedenta de prazer e hoje iria conseguir, embora... Deu um suspiro... Não estava mais sendo a mesma coisa que antes a alguns dias. Sentia-se vazia e incompleta... Talvez fosse a hora de encontrar alguém para ser o seu Príncipe, ou princesa de armadura reluzente, para saciar suas vontades tanto carnais quanto emocionais, sentia-se carente, mas claro isso não mudava que hoje ia ter. Deu largamente um sorriso novamente só de pensar.

Finalmente o sinal abriu e a ruiva pode seguir junto com os outros carros e então é quando chega ao seu destino, observando as fileiras que eram formadas em sua maioria por homens. Lambeu os lábios pensando nas delicias que iria provar. Via logo que tinham uns seguranças facilmente subornaveis... Se davam passagem para umas vadiazinhas sem sal pra ela dariam passe VIP a semana inteirinha, era justamente naqueles armariozinhos que iria investir pra poder ter uma passagem livre.

A garota logo procurava um lugar para estacionar seu carro, e depois seguir até os seguranças para jogar todo o seu toque de sirene pervertida pra deixá-los doidinhos.
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Seg Nov 10, 2014 3:48 pm

Enquanto se aproximava da entrada, Amanda podia ouvir alguns assovios, e algumas cantadas da fila. Outros já ficavam tímidos, até tentando passarem despercebidos, com medo da desaprovação da belíssima ruiva. Quando chegou aos seguranças, um deles sorri. Era um branco e um negro, ambos bem grandes e carecas. Pareciam até uma cópia um do outro, mas um escuro, e outro claro. O branco falou em voz baixa.

- Olha só, mas que beleza!! É nova aqui, heim? Eu não ia me esquecer de uma delicinha assim, de jeito nenhum!

O negro gargalha um pouco, dizendo em seguida.

- Dá até dó de deixar entrar, e perder essa vista!

Ele então a olhou da cabeça aos pés, voltando a falar quando a olhou nos olhos.

- Que tal ganhar uma noite com tudo 0800 na boate, hm?
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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Seg Nov 10, 2014 5:03 pm

Amanda sentia-se como se estivesse em um videoclipe de Roy Orbison, se divertindo, dando passos sensuais com sua bolsa de couro vermelho importada de Paris, observando e piscando para os rapazes da fila, sorrindo graciosamente, mandando beijinhos com biquinho para os mais tímidos que observavam-na encabulados, sabendo que era a Deusa dentre aqueles humildes e deliciosos servos mortais.

Chegou finalmente à entrada onde haviam os dois seguranças que pareciam um cópia do outro sendo caucasiano e afro. A ruiva chegava confiante, com um andar lascivo e um rebolado capaz de fazer os homens girarem suas cabeças e excretar fumacinhas de seus ouvidos tal como nos cartoons. Ela espera até que um dos seguranças solta-lhe um flerte ao qual ela responde com um lindo sorriso feminino se fazendo de uma tímida garotinha, mas que era pura encenação de uma ruiva devassa querendo carne fresca.

Após ele oferecer o "acordo" ao qual Amanda entendeu imediatamente, ela dá uma risadinha e num andar estonteante para qualquer homem ela contorna o segurança passando a mão por todo o seu tronco, quando chegando novamente na frente dele o faz com um breve giro como se dançasse para aconchegar-se de costas no corpo másculo do segurança. Ela diz com todo o charme de sua sedutora voz virando seu rosto para encontrar o dele:

- Hum... Porque não me dá uma semana do seu 0800, e eu te dou uma noite do meu... (Ele dá um empurrãozinho  com o bumbum na altura do amiguinho do homem)... Serviço completo? Heim...?

Ela sorria e soltava uma risada gostosa, com uma leve piscadela sedutora... Logo se transformando e uma expressão irresistivelmente maliciosa.


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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Seg Nov 10, 2014 7:34 pm

Diante daqueles toques, o segurança fica que é puro sorriso. As mãos dele também buscaram o corpo da ruiva, principalmente quando Amanda colocou suas costas no peito dele. O outro também estava animado, e diante da proposta dela, os dois riram ainda mais. A ruiva poderia sentir os países baixos do segurança se animando. O outro, o branco, logo disse às pessoas da fila.

- Aí, galera. Pode ir entrando aí! Aproveitem a festa!! Vâmo tirar uma folguinha agora!

E então, o branco segue seu caminho por uma portinha lateral ao pequeno corredor que dava passagem pro hall daquela boate. O negro abaixa um pouco a cabeça, sussurrando no ouvido de Amanda.

- Hm, vamos ver se merece essa semana...

E então, colocou-se a caminhar, mas sem soltá-la, guiando-a de maneira sensual para aquela porta, que daria em um pequeno corredor. Algumas portas fechadas preenchiam o lugar. O branco abre uma das portas, acendendo a luz, que era um tanto vermelha. Ficava claro que aquele lugar era um pequeno motel embutido na boate.
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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Seg Nov 10, 2014 8:58 pm

Aquilo estava ficando cada vez melhor, agora teria dois para saciar seu apetite natural, a ruiva soltou uma bela risada de satisfação enquanto andava com um rebolado esfregando-se no segurança que a conduzia com o corpo colado. Ela observava com um grande sorriso no rosto quando adentravam ao hall e dando acesso ao corredor com uma luzinha vermelha. Enquanto eles seguiam para onde quer que fosse, Amanda com ansiedade e pressa de começarem logo aquele show de delicias já metia a mão por traz entre as pernas do que a conduzia massageando seus membros com vontade e mordiscando seus lábios enquanto olhava para o outro com cara de safada.

Quando finalmente chegam ao quarto, Amanda quase que explode com tanto tesão contido e imediatamente puxa com violência o branco para a cama e empurra a cabeça dele para baixo, para que ele a satisfizesse oralmente, enquanto o outro negro, ela chama com o dedinho e sua língua salivando.

- Vem aqui e me dá o meu brinquedinho, vem...

Ela queria logo experimentar o que aquele negro tinha entre as pernas e com vontade, enquanto o branco experimentava o que ela tinha entre as pernas, sem enrolação e sem pausa pra respirar, ela não permitira que ele parasse. Amanda iria com fogo e fome total em cima daqueles dois, sem paciência, sem contensão, mal havia começado e a ruiva já queria explodir aquele quarto com tanto fogo que tinha.
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Ter Nov 11, 2014 7:19 pm

Os homens eram brinquedos nas mãos de Amanda, e eles pareciam satisfeitos com a situação, não oferecendo qualquer resistência. Eles seguiam seus papéis, fazendo todas as vontades dela. Um deles pega um controle remoto no criado mudo ao lado da cama, colocando uma música alta. Meio eletrônica, meio rock. A diversão estava apenas começando, com os 3 se entregando a todos os prazeres que podem imaginar.

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Agora, deixarei a cena livre pra terminar a brincadeira e, se quiser, usar a faquinha!!
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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Qua Nov 12, 2014 12:14 pm

Amanda nem se importava com a música alta tocando, entrava por um ouvido e saía por outro. A ruiva estava sendo selvagem na cama, dando todas as ordens aos dois homens que estavam tendo uma das melhores noites de suas vidas... Ela quem comandava todos os movimentos, ela quem mudava as posições e em quase todas ela quem ficava por cima dos homens, porque era assim que gostava... Gostava de mandar na cama, gostava de comandar a sua montaria, gostava de ser dela os movimentos mais fortes e mais rápidos, e gostava de ver várias vezes as expressão de dor daqueles homens, dor de tanto se segurarem para não gozarem em menos de dez minutos tamanha era a força e velocidade das estocadas que seu corpo dava no sexo, revezando várias vezes entre fazer oral em um, e praticar fortemente o coito em outro, tudo em perfeita sincronia, sem parar até para respirar porque para ela aquilo era seu ritmo normal.

Aquela cama balançava fortemente, várias vezes sendo pouco possível escutar o rangido por conta da música que abafava o cenário, mas a música não conseguia abafar os gemidos de tesão de Amanda que eram quase como gritos, mas em sua encantadora voz eram o som mais estimulante que um homem poderia ter na cama. A ruiva não poupava fôlego, não poupava vigor... Quando estava na cama seu vigor era quase interminável, Amanda era uma garota que só chegava "aos finalmente" após no mínimo duas horas de sexo naquele ritmo frenético.

Mas era em meia hora daquela algazarra que ela salta da cama imediatamente indo até sua bota e retirando sua faca maravilhosa, as coisas iriam começar a esquentar agora... a Ruiva estava só nas preliminares.

- Ok rapazes, hora de fazerem a Amanda feliz... Quem quer ser o primeiro??? HA HA HA HA HA HA HA HA

Ela retira a bainha da faca em um movimento rápido atirando-a para o lado, a lâmina limpa de 15 cm era tão brilhante que era possível ver seu reflexo nele, e combinado com o sorriso estridente e com os olhos extremamente arregalados de Amanda era visível uma psicopata perigosa que gostava de levar as coisas ao extremo.
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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Qua Nov 19, 2014 8:37 am

Sem mais, nenhum dos homens havia dito nada... Talvez aquilo havia sido muito para eles, mas a ruiva não se importava, eles tinham começado o serviço agora iriam até o fim, custasse o que custasse!!! Ela avança para cima do que estivesse mais próximo derrubando-o na cama e pondo em posição novamente para continuarem os movimentos do coito, mas dessa vez lentamente... Amanda chegava a lamber o peito do homem para depois, mordiscando seus lábios, passar a faca lentamente no peito dele acariciando a lateral da lamina permitindo-se sentir o gosto e ansiedade descendo com maestria até a virilha onde os dois corpos se encontravam.

Ela sorria como toda ninfomaníaca deveria sorrir e dessa vez com a ponta da faca risca o peito do homem dando a ele uma dor aguda e bem provavelmente uma cicatriz no peito, de forma que ela chega a gritar tombando sua cabeça para traz quase como se estivesse tendo um orgasmo. Como um fetiche, ela falava para o outro se aproximar, e quando ele se aproximava mais, um pouco espantando, ela pede o braço dele e quando ele o dá, ela com a faca pega-o e corta-lhe em um local perto da veia, mas não em cima embora quisesse muito... E então é que ela agarra o braço e começa a abocanhar aonde o sangramento começava sentindo aquele gosto que lembrava a ferrugem, porém não bebia. Ela tinha muito esses fetiches de vampiros, e enquanto isso continuava freneticamente o movimento do coito chegando até mesmo a morder o braço do homem de tanto tesão que estava sentindo... Aquilo deixaria marca.

Agora acabava por parar de lambuzar sua boca com o sangue do negro, e o agarrava, precisava agarras alguma coisa, e enquanto abraçada a faca percorria com a lâmina as costas do negro que as eriçava por conta da dor aguda cortando sua carne... O show de cortes e luxuria de Amanda estava percorrendo... Amanda só não emprestava suas facas, não, NUNCA!!! Cada um tinha a sua e Gertrudes era só dela... Sim, tinha muito ciumes de sua faquinha de estimação. Esse show de cortes e luxuria estava só no começo... No final eles estariam com o corpo completamente mutilados, assim como ela o tinha... Uma hora se seguiria e ela começava a pegar mais e mais pesado, estava adorando tudo aquilo e esperava que pelo menos mais uma duas horas se seguissem.
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Qui Nov 20, 2014 10:07 am

Aquela “sinfonia do inferno” continuava. Os homens pareciam estar gostando de toda aquela brutalidade, pois não paravam. Continuavam se divertindo com a lasciva ruiva. Mas a diversão não durou muito. Todos poderiam ouvir a forte batida da porta na parede, e uma voz feminina estrondosa preencher o recinto.

- SEUS GORILAS INÚTEIS, POR QUE TEM BROACAS E XAROPES ENTRANDO NA MINHA BOATE?!?!

E foi então que ela aprece ter notado em mais detalhes o que acontecia ali, e fica simplesmente catatônica, esboçando um grande sorriso, observando tudo o que acontecia. Os homens estavam fracos, e pareciam começar a ceder aos ferimentos. A mulher ficou assim por algum tempo, até começar a piscar, movendo um pouco seu rosto para os lados, agitando seus cabelos negros. Ela belíssima, tanto quanto Amanda era. Ela estava com olhos arregalados. Ao ver Amanda por baixo daqueles dois gorilas, como ela havia os chamado, aproxima-se calmamente, Ela usava botas de canos curtos, pretas, calças de couro vermelha, uma camisa branca, e por cima dela, uma jaqueta aberta, da mesma cor das botas. Com uma força assustadora, ela afasta o homem negro de onde ele estava, jogando do outro lado da cama por seu ombro. Sem qualquer pudor, e qualquer palavra, até o momento, tocou o rosto de Amanda, deslizando por ali as unhas um pouco compridas, até, na altura do queixo, fazer um pouco mais de força, deixando um rastro ardido.

- Hm. Não posso culpá-los por ter abandonado a entrada...


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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Qui Nov 20, 2014 8:32 pm

Tudo estava ÓTIMO, PERFEITO... Claro que melhor sempre tem como ficar. Todas as posições, de todas as formas, de todos os ritmos, aquilo era o paraíso para a ruiva que não conseguia ver motivos algum para parar, o cansaço quando se tratava de sexo quase não existia em seu vocabulário, mas ainda sendo uma mortal ele chegaria cedo ou tarde e então que o corpo de Amanda teria que ceder.

Toda aquela luxuria sem igual, suor dos três corpos encharcando a cama com cada gota salgada que brotava do pecado da carne faziam parte do show, show esse que é subitamente interrompido por uma mulher que batia a porta exalando sua fúria pelos seus funcionários terem deixado seus postos, pegando os três pecaminosos em flagrante no quarto. Amanda fez uma expressão de quem dizia "Opa...", mas essa expressão logo mudou ao reparar melhor o quão linda era aquela mulher, a comendo com os olhos de cima a baixo, observando aquele visual sexy e logo tentando imaginar como ela seria debaixo daquelas roupas, roupas essas que Amanda teria o prazer de rasgar com os dentes.

Os homens já não estavam mais com a potência de antes, talvez fosse pelos cortes em que Amanda havia aplicado... Daqui a poucos dias eles estariam com cicatrizes em seus corpos, tal como o corpo da belíssima ruiva que era na verdade quase mutilado, evidenciando que era viciada em cortes, seja no sexo ou fora dele. Para os homens aquilo não importava e aparentemente para aquela mulher, que despertara um tesão a mais em Amanda, também não.

Ela se aproximava calmamente e a ninfomaníaca só esboçava mais seu sorriso desavergonhado diante aqueles passos sensuais. Com uma força impressionante e impossível para uma mulher daquele porte ela joga o homem negro para o lado, o que faz Amanda encarar aquilo com espanto evidente, mas ao ver a mulher novamente próxima de si ela volta ao foco daquela deliciosa morena esboçando novamente um sorriso canalha feminino. Ela cruza as pernas se apoiando com os dois braços na cama, tombando levemente o pescoço para o lado fazendo seu charme.

Ela chega a tocar o rosto de Amanda arrastando sua unha, puxando levemente a carne branca da ruiva deixando um leve vermelho, e em reação à isso ela fechava os olhos e se estremece com o leve tesão, e ao ouvir as palavras daquela suculenta mulher, a ruiva abre os olhos, predatória e sedutora ela vasculha o mais fundo daquela íris feminina. Com sua faca, ela faz o mesmo na mulher, dando um leve arranhão com a ponta da faca e descendo até o pescoço dela quase até o seios, e diz com sua encantadora voz feminina.

- E eu... Não posso culpá-los, de quererem trabalhar aqui...

Deu uma mordiscada nos lábios seguida de uma lambida nos mesmos. A ruiva já passava a mão nos cabelos da morena para a qualquer momento, puxá-la para um beijo forte e caloroso naquela cama... Aquela mulher sendo trazida para o quarto só era um sinal para Amanda: O Show tinha que continuar.
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Rosa - Amanda

Mensagem  Rosa Dellariva em Sex Nov 21, 2014 7:50 am

A mulher fechou seus olhos, erguendo o rosto e soltando aquilo que parecia um gemido, mas bem baixo. Amanda podia ver um pequeno corte, bem superficial se formar na pele da mulher. Quando ela abre novamente seus olhos, encara a ruiva de uma maneira que ela jamais foi encarada em sua vida. Um desejo fora de qualquer limite, como se a mulher quisesse, literalmente, devorá-la. Agora, a morena tocou os cabelos de Amanda, enrolando-os em sua mão e puxando-os com certa firmeza, fazendo-a erguer o rosto.

- Huhu... Você foi uma bela coincidência...

E então, Amanda pôde senti os lábios dela em seu pescoço. E em seguida, as pontas dos dentes da mulher. Até que algo diferente apareceu: um prazer absurdamente avassalador a tomou. Algo que qualquer homem ou mulher jamais foi capaz de dá-la. Tudo isso, aquela morena conseguira fazer com uma mordidinha no pescoço. Será que a desejava tanto assim, a ponto de ficar tão sensível? À Amanda não restava nada, a não ser aproveitar aquela sensação maravilhosa. No entanto, com o passar do tempo, Amanda começa a se sentir enfraquecida, preguiçosa, até mesmo sonolenta. E a morena não dava indícios de parar aquilo que estava fazendo.
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Amanda - Rosa Dellariva

Mensagem  Amanda Compton em Sex Nov 21, 2014 8:30 am

Um corte estava se formando por onde a ninfomaníaca passava aquela faquinha que trazia os desejos mais vindouros e carnais para aquele mundo entediante encharcado por uma falsa moralidade, e ela percorria seus olhos vendo o vermelho sensual que era o sangue naquela pequena ferida. A mulher apreciava cortes também, era perfeito... Era sublime, o show iria continuar e talvez o espetáculo seria ainda maior do que previa para esta noite.

Ao reabrir os olhos, Amanda pôde ver um olhar diferente sobre si vindo da mulher, um olhar de como se a deliciosa em sua frente quisesse devorá-la literalmente... E aquilo fez Amanda sentir-se mais provocada... Havia adorado aquele olhar, embora fosse um olhar bem estranho que nunca havia recebido ou dado antes, mas quem disse que o estranho sempre era ruim?

A lasciva ruiva sentia os cabelos sendo enrolados nas mãos daquela morena suculenta e quando sente uma firmeza tendo seu rosto erguido ela solta um leve gemido e remexe um pouco as pernas cruzadas tentando conter um pouco aquela sensação ardorosa e se deixa ser conduzida. Ela sentia os lábios daquela mulher em seu pescoço e imediatamente com suas mãos pôs-a sobre a cabeça dela acariciando-a, incentivando a continuar o beijo, ela logo sentia os dentes da mulher, com os olhos fechados ela mordisca os lábios e começa a soltar leves gemidos, pressionando um pouco a cabeça da mulher contra o pescoço dela, incentivando a mordida... Amanda queria uma mordida, queria uma mordida forte e pontuda no seu pescoço e então é que a ruiva solta um alto gemido de prazer e puxa com força a cabeça da ruiva contra o seu pescoço como se quisesse ser mordida mais forte, e ela sentia prazer, tesão, ardor, entusiasmo... Todas as palavras com o mesmo significado mas que somavam-se para um nível além do que qualquer escrita pudesse definir aquela sensação que Amanda não queria que parasse nunca. Como aquela mulher conseguia fazer aquilo tudo só com uma mordida no pescoço? Imagina o que aconteceria se fosse com o oral? A ruiva prende o corpo da mulher morena com as pernas e com as duas mãos pressionando sua cabeça contra o seu pescoço e arfando, arfando como nunca, soltando gemido e gritos... Naquele momento Amanda estava tendo o maior orgasmo de sua vida e não queria que parasse nunca, queria sentir esse orgasmo uma, duas, três, quatro, cinco vezes seguidas e se o número aumentasse seria um bônus muito bem vindo. Ela tremia e mesmo com suas forças aos poucos se esgotando ela continuava mantendo a morena não querendo que ela parasse, mas agora... As forças físicas de Amanda estavam realmente se esvaindo e ela não tinha mais energia  para manter a deliciosa morena presa em seu pescoço, Amanda não conseguia mais segurá-la, mas insistia com uma voz gemida e preguiçosa:

- Não para... ai... Não para... Assim... Continua...

Estava tão fraca que mal conseguia expressar mais a sensação do prazer em sua face, e aos poucos não tinha nem mesmo mais forças para mandá-la continuar... Estava aos poucos pegando no sono, e então com toda aquela fraqueza é que a ruiva percebia... Estaria morrendo?
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Sex Nov 21, 2014 7:30 pm

A consciência de Amanda estava se esvaindo, quando a mulher ergueu um pouco o próprio corpo, afastando-se de seu pescoço. A ruiva poderia ver sangue na boca dela, em seu queixo. E aquele só podia ser o SEU sangue! A mulher então mordeu o próprio dedo, enfiando-o na boca de Amanda. Ela podia sentir o sabor metálico do sangue da mulher, mas estava fraca de mais pra engolir por conta própria, e mais fraca ainda pra expeli-lo com a tosse Podia apenas... sentir a consciência deixá-la.
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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Sex Nov 21, 2014 9:35 pm

Amanda quase estava mergulhando na escuridão fria da morte quando vê a mulher se afastando com a boca encharcada de sangue... Seu sangue, a sua vida drenada de seu corpo. A ruiva sentia frio, era a morte a confortando em seus braços esqueléticos. A visão da moça estava embaçando, teve apenas tempo de ver aquela mulher mordendo a ponta do dedo deixando-o sangrar e levando à boca da ruiva.

Não sentia mais vontade de nada, não tinha mais energias para nada... Sentiu o gosto metálico em sua boca, a ultima sensação... No final Amanda lembra da doutora, ela estava certa... Naquela cidade ela tinha de ser mais seletiva, pois foi naquela cidade que o que mais amava na vida a levou à morte.

As pessoas diziam que a ultima coisa que acontecia com você antes de morrer, era ver toda a sua vida passando como um cinema. Eles estavam certos... Amanda via-se desde que era uma menina... Sua primeira vez com Gabriel, os meses de amor que passaram, o assassinato... O assassinato do seu amor pelas próprias mãos... A prisão... Sua mãe Mary... Mamãe... A ultima coisa que viu foi a imagem da sua mãe... Tão decepcionada com a filha, decepcionada com o rumo que ela tinha tomado. Tinha um ultimo desejo, de falar com sua mãe denovo, de dizer o quanto a amava, o quanto ela sentia a falta dela, mesmo não aceitando quem sua filha havia se tornado, não importava... Amava sua mãe mesmo assim, e só queria poder dizer à ela que sentia muito por tudo o que havia acontecido, mesmo que ela não se arrependesse do caminho que tinha escolhido para si pois ela foi feliz, mas agora era tarde... Amanda estava adormecendo e ela sabia que era para nunca mais acordar, o tempo era lento e confortante... Aqueles últimos pensamentos eram importantes, muito importantes e carregaria eles para o outro lado.

Amanda fechou os olhos. Amanda adormeceu...
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Sab Nov 29, 2014 6:11 pm

Amanda não podia saber quanto tempo passou, mas ela despertou. Uma enorme euforia tomou seu âmago naquele momento. Uma dor intensa, a princípio. Mas depois, um enorme prazer! Uma intensa libertação, como estivesse finalmente emergindo, depois de vários minutos presa debaixo d’água. Mas esse prazer, que durou alguns poucos segundos, dá lugar à fome. Uma fome excruciante, como se algo estivesse dentro de sua barriga, cavando o caminho para fora com as garras. E é então que, em seu vício ainda humano pela respiração, ela pode sentir o cheiro de sangue vindo aqueles dois corpos na cama. Um cheiro intenso, e por alguma razão, ela sentia uma vontade absurda de mordê-los, drená-los. Algo que a cegava a ponto de nem notar que haviam presas onde deviam estar seus caninos.
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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Seg Dez 01, 2014 7:19 am

Euforia... Era aquela sensação que fazia os vivos saberem que vão viver, inclusive dava-lhes a ciência que a morte havia chegado após os últimos minutos de luz nas iris profundas e coloridas de seus olhos. Uma dor intensa, não sabia onde, fazia-se estremecer por completo. A dor era uma característica dos mortos? Não é apenas limitada aos privilegiados à vida? Ah mas o prazer... Deliciosa sensação que Dionísio, o próprio, havia presenteado as pobres almas dos homens que eram incapazes de compreender em sua cega fé religiosa de que era algo puro, divino e não deveria ser reprimido como tarifa certa às profundezas do tártaro, não sem antes cruzar a embarcação do rio Aqueronte. E esse mesmo prazer, que outrora era aflição, sucedeu-se em terrível apetência, tão grande que seu âmago teve o desprazer da agonia mais uma vez, mesmo não sendo igualitária à agonia de outrora, esta era diferente pois podia ser silenciada como toda apetência, bastava o festim correto.

Aos hábitos dos vivos, a respiração era o mais essencial e é assim que Amanda reconhece o aroma adocicado capaz de fazer salivar sua boca, hospedeira de um sorriso perfeito, e de um beijo malicioso capaz de induzir os mais resguardados ao frenesi da luxúria. A jovem arruivada abriu seus olhos para a nova vida, e como um lobo em busca de sua presa ela mirou naqueles talhes humanos expondo inconscientemente aguçados caninos. Não hesitante em se aproximar dos senhorios daquele aroma ela situou-se acima de um dos filhos de Seth, e com sua língua adula lentamente o pescoço do deleitado.

"Espere... porque estou fazendo isso? O que está acontecendo?"

Por alguns instantes a jovem morta-viva, que é ignorante à nova condição existencial, ergue levemente a cabeça e raciocina:

"É tão... UAU... Delicioso... Dá vontade de... MORDER... beber... Isso é doentio? Acho que não vai fazer mal... Só um pouquinho. Depois eu juro que vou no médico... Eu juro."

Estava tão encegueirada pela fome que largou a razão usando de desculpas fulas que em vida real não funcionariam para conservar sua saúde. Estava tão encegueirada pela fome que não cogitou que abocanhar aquele pescoço pulsante afetaria não só a sua saúde, mas a alheia também. Todavia, era indiferente pois Amanda não se importaria nem em época antiga, época que seu coração não era morto. Estava tão encegueirada pela fome que era como se este ocorrido fosse o ato de mais simplismo mundial pois era repetido milhões de vezes, porém em seu magnificente fetiche vampírico.

Estava tão encegueirada que dentar o pescoço da vítima fora extremamente fácil e não lhe importou.
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Ter Dez 02, 2014 8:29 am

Amanda não via qualquer objeção moral em fazer aquilo, e quando o sangue tocou sua língua, sentiu um sabor mais maravilhoso do que qualquer um que jamais experimentara em sua vida! Não demorou muito tempo pra que ela drenasse os dois corpos, sentindo-se muito mais satisfeita. Aquela fome ardente havia sido completamente dissipada de seu âmago. Estava... muito bem. Mas aquilo podia ser preocupante. Por que sangue a estava satisfazendo? E pior: precisava sair dali! Aqueles caras estavam mortos, e ela ligando ou não pra isso, ainda tinha uma coisa chamada Polícia, que podia trancafiá-la pelo resto da vida por causa daquilo. Isso se não a matassem, porque estava no maldito Texas!

Porém, antes que o desespero a levasse a correr dali, aquela mulher retorna, a morena de belíssimos olhos azuis. Ela estava com um celular na mão, e assim que entra, o desliga. Um pequeno sorriso se formou em seus lábios, e a calmos passos, aproximou-se da cama.

- Imagino que já tenha cuidado de sua fome.

Ela assentou-se na cama, porém, em cima das costas do homem negro, deixando suas pernas esticadas e cruzadas uma sobre a outra, com os pés no peito do homem branco. Ela parecia perfeitamente confortável com aquela situação, bem diferente do que Amanda poderia esperar da primeira pessoa a ver aquela verdadeira cena do inferno. Mas a ruiva se lembrava... Essa mulher fez algo com ela!! Alguma coisa que a fez ficar assim, só podia ser isso.

- Como se chama?

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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Qua Dez 03, 2014 8:04 pm

Luxuria, satisfação, vivência... Essas sensações e afins eram o que infestavam o corpo da lasciva ruiva que, nua, consumava um ato hediondo para aplacar a fome que corroía seu estômago como mil ratos desesperados para fugir por um buraco de terra.

Não reprimia seu instinto renovado pela maldição de Caim, e assim aquela terrível fome era aplacava, dizimada de seu âmago, fazendo finalmente a jovem ruiva, em seu aspecto mais bizarro finalmente largar o homem e suspirar de alívio e satisfação. Ela se ergue e só depois é que raciocina:

"Mas o que? O que fiz? AI MEU DEUS!!!"

Ergue-se rapidamente da cama e tapa sua boca com as mãos horrorizada ao ver o palco mórbido que ela havia montado. Ela estava doende? Havia bebido sangue? Era isso mesmo? Amanda teve milhões de pensamentos e lapidou em sua mente que havia ido longe demais com o fetiche de vampirismo, agora havia matado uma pessoa, podia ser presa por isso, pior... Poderia ser condenada à morte pois estava no Texas, a terra do olho-por-olho. Tinha de sair  daquele lugar imediatamente, mas antes que pudesse pegar suas coisas e distanciar-se daquela boate às maiores pressas aquela deliciosa morena chegava falando ao celular e desligando-o em seguida. Imediatamente Amanda começou a se vestir, observando a morena tratar os dois homens como um simples banquinho, mas o que mais impressiona a belíssima e jovem ruiva era que a morena não havia se espantado em perder os funcionários e nem parecer chamar a polícia. Não importava... Aquela... BRUXA... havia feito algo com ela, tinha certeza disso. Amanda enche-se de fúria por dentro, não estava para brincadeira e não importava o quanto suculenta era aquela mulher, faria ela reverter aquilo.

A jovem procura apressadamente sua faca na cama, e assim que a encontra se aproxima furiosamente daquela morena, apontando a faca ameaçadoramente para seu rosto, próximo aos olhos. Amanda não percebia mas suas presas saltavam afiadas e ferinas assim como seus olhos ficavam vermelhos com a fúria, vocifera a um nível que impunha uma raiva ameaçadora:

- EU NÃO SEI O QUE VOCÊ FEZ COMIGO SUA... PUTA TEXANA!!! MAS VAI CONCERTAR ANTES QUE EU ARRANQUE SEUS OLHOS DESSA SUA CARA NOJENTA E COMA COM VINHO BRANCO!!!!


_________________________________________

OFF: sei que não vai rolar, por conta do cenário... Mas quero ver se impressiono a minha nova senhora. Teste de manipulação + intimidação com redutor da voz encantadora
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Qui Dez 04, 2014 6:01 pm

A mulher continuou assentada sobre os corpos ainda quentes. Ela parecia sorrir com a reação de Amanda, e incrivelmente, não se importava. Mostrava enorme serenidade, na verdade. Com aquela ameaça com a faca, a morena simplesmente segurou a mão de Amanda, com uma força que a ruiva simplesmente não podia cogitar alcançar. Ela acenou negativamente.

- Puta texana... é a primeira vez que me chamam disso. Pensando bem, eu gostei...

Ela gargalha, e então puxa a mão de Amanda, fazendo a ponta da faca enfiar-se em seu olho, que explode em sangue e substâncias mais transparentes, uma visão absolutamente perturbadora para a ruiva, que não conseguia se afastar, por ser segurada por sua mão. A morena gargalhou, mostrando também suas presas, bem brancas e afiadas. E diante de Amanda, o olho dela começou a se reconstituir, até retornar àquela belíssima orbe azul e branca que era Ela passa a ponta da língua entre os lábios.

- Hu-hum. Olhos com vinho branco, parece uma delícia... Se quiser, temos 4 aqui. Não dá pra muito, mas para um tira-gosto... Quem sabe?

Ela então se levanta, deslizando sua mão pela de Amanda, até segurar apenas a faca, jogando-a pra longe. Ela então inclina a cabeça para o lado, como se estivesse estalando o pescoço, e então pega o da ruiva com força, apertando-a ali. Não o bastante pra machucar. Algo que era incrível. Amanda podia sentir a enorme pressão, mas ela não trazia dor alguma. No entanto, não conseguia inspirar ou falar.

- Quando fizer uma ameaça, a cumpra... Dessa vez, irei perdoá-la pela insolência... Há poucos minutos atrás, era uma mera mortal. Não muito melhor que esses dois inúteis na cama. Uma dica: não faça ameaças que não pode cumprir. Agora, diga-me o seu nome.

Ela afrouxou a pegada.
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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Sex Dez 05, 2014 10:12 am

Amanda olhava fixamente a morena, ela não fazia ideia de quem era e nem do que era capaz já que parecia não se importar nada nada com suas ameças, ameaças feitas de um jeito que uma pessoa comum se assustaria com certeza, mas era como Amanda pensava, podia ser ela uma Bruxa, ou aquelas cientistas malucas que fazem experimentos nas pessoas. Fosse o que fosse, a mulher segura a mão da ruiva com uma força impressionante, o que faz a ruiva querer puxar sua mão de volta ao invés de enfiar no rosto da mulher, ato de puro reflexo.

Não bastava tanto, ela ainda achava graça e então...

-AH MEU DEUS!!! O QUE VOCÊ FEZ, SUA MALUCA?????

Ela havia enfiado a faca de Amanda no próprio olho, porque diabos havia feito aquilo? Amanda ficava perturbada e começava a gritar de horror ao ver aquela cena, desesperada por ver o quão doente aquela mulher era, mas ainda assim ela mantinha sua força, parecia que aquela facada do no olho não era nada para ela, nem esboçava reação de dor, e então ela riu e esboçou presas afiadas. Amanda continuou a gritar transtornada e não houve outra reação se não continuar a gritar depois de ver os olhos daquela mulher se regenerar completamente como se nunca tivesse sido esfaquiado. Amanda continuava a gritar como a moça assustada que era. Geralmente gostava sim de algumas bizarrices mas aquilo era demais, nunca tinha visto aquilo antes, aquilo que estava vendo não era possível!!!

A ignorante vampira viu a morena pegar na faca e a arremessar, tão logo pegou no pescoço da ruiva e a ergueu, aquilo fora o suficiente para faze-la parar de gritar e inspirar e assim a moça percebeu que a falta de respiração não era incomodo, aquele apertão era forte para sufocar uma pessoa comum, mas Amanda estava resistindo bem mais do que uma pessoa comum. Já chega, aquilo era uma bruxa, definitivamente uma bruxa. Amanda morreria naquela noite se não fizesse alguma coisa, se não cooperasse com aquela bruxa horrorosa! Ela queria saber o nome de Amanda, tudo bem, Amanda podia fazer isso, dizer seu nome.. Tentar se acalmar e talvez conseguisse convencer a bruxa a deixá-la ir. Ela sente seu pescoço um pouco mais afrouxado para poder e falar, e ela diz com um pouco de dificuldade ainda, mesmo em sua voz encantadora:

- A-Amanda... Compton...

Agora uma conversa assustadora se daria inicio. Amanda estava se preparando mentalmente para o que viria, mas espera... Estava tão atordoada que nem prestara atenção no que a morena dizia, e só agora se tocava, como um delay mental Amanda conciliou, presas afiadas, beber sangue, "Há poucos minutos atrás, era uma mera mortal. Não muito melhor que esses dois inúteis na cama", uma força impressionante e regeneração rápida, agora era noite. Ela era uma bruxa, ou uma vampira? Se era uma vampira e agora Amanda desacordou sentindo-se quase morrendo e acordou com sede de sangue... Amanda se tocou, e deixou escapar em voz alta com seus olhos se espantando ainda mais:

- Ah meu Deus, não pode ser... É verdade???

Havia virado uma vampira? Perguntava mais à si mesma do que à mulher
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Sex Dez 05, 2014 5:04 pm

- Pode ser verdade, pode não ser... O que é verdade nesse mundinho que você conhece?

A mulher soltou o pescoço de Amanda, caminhando calmamente até a porta, dando uma olhada para o corredor. Seus lábios não deixavam de lado uma verdadeira aura de malícia. Ela parecia estar se divertindo com tudo aquilo, e não fazia esforço pra aparentar o contrário.
Depois do choque inicial, Amanda poderia ver uma bolsa de viagem no chão, preta. A mulher então cruza seus braços, dizendo de maneira sedutora, completamente alheia ao palco do inferno onde estavam.

- Prazer em conhecê-la, Amanda... Eu sou Rosa.

Ela move um pouco a boca, como se estivesse rangendo os dentes por um instante.

- Entre nessa porta à sua direita, e tome um banho. Nessa bolsa tem algumas roupas que você pode usar. Preciso levá-la a algum lugar. Ah... Não conte com uma janela na qual você possa passar. Esse lugar possui arquitetura, hm... estratégica.

Ela então sorriu.

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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Sex Dez 05, 2014 6:29 pm

Enigmas... A mulher vinham com aqueles enigmas de pode ser, pode não ser... Será ou não será? Coisas que faziam Amanda desistir de pensar naquelas coisas antes mesmo de tentar, não era das muito brilhantes é verdade... Mas ao menos era espirituosa e tinha sua força interior, mas mesmo essa força estava fragilizada naquele instante.

A mulher finalmente soltava o pescoço da ruiva fazendo-a recuar alguns passos e tatear com o dedo suas presas afiadas, conferindo se também as tinha. Viu a morena andar até o corredor, percebia que ela estava se divertindo com aquilo tudo, era uma sádica, não que Amanda fosse exatamente uma santa, mas sabia que as pessoas exageravam nos julgamentos com sua pessoa. Segundos depois do choque, ela viu uma bolsa preta de viagem, e a mulher se vira, tinha um ar inteiramente sedutor, não parecia estar fazendo de propósito, parecia estar como dizem... "In natura".

"Será mesmo que dizem isso?"

Um pensamento inútil para um momento totalmente incoveniente, mas era educada e se apresentava... O nome daquela arrebatadora era Rosa, a ruiva meneou a cabeça assentindo ao cumprimento, e percebeu que Rosa tinha um maneirismo tão... Chamativo... Com sua boca, parecia uma provocação, um convite, ao qual Amanda já tinha vontade de atender, mas por mais que seu desejo começava a se manter, a recém criada sabia que não era hora e então Rosa dá breves instruções que deveria fazer, e que não deveria tentar fugir, e nem tentaria... Se realmente fosse uma vampira, e Rosa também e houvesse a criado, com certeza precisava saber como lidar com isso, afinal as coisas não podiam ser que nem nas lendas, podiam?

Imediatamente e às pressas, Amanda pegou a bolsa e foi até o banheiro, a primeira coisa que fez foi fechar a porta e se manter sobre ela por alguns segundos. Pensou... Pensou... E pensou.

"ESPELHO!!!"

Foi imediatamente até o espelho e viu que tinha reflexo, olhou para seus dentes e estavam normais... Desejou forçar que eles saíssem e saíram, e ela se assustou com o alongamento dos caninos, mas depois achou o máximo soltando um longo sorriso e inclinando o rosto pra esquerda e direita a fim de visualizar melhor aquelas presas.

-Noooooossa... QUE LEGAL!!!!

Se conteu depois desse ultimo grito de exaltação preocupada que Rosa tivesse escutado, mas realmente estava achando aquilo um maximo!!! A jovem então ligou o chuveiro e começou a se ensaboar, todo o seu belo corpo coberto por uma doce e aconchegante espuma seguida de uma água limpida e cristalina tornando-a uma deusa molhada, e ela sabia desse vislumbre que causaria a qualquer um que a visse naquele momento. Após tomar seu banho que foi breve, porém não descabido, ela secou seu belíssimo corpo com a felpuda toalha que encontrou e tornou a vestir as roupas que Rosa provavelmente havia escolhido para ela, até que ela não tinha um gosto ruím... Amanda tratou de vestir-se e sair do banheiro. Ao encontrar Rosa ela fala:

- E então... Acho que as explicações vão vir no caminho, desse... "Algum lugar", não é?

_____________________________

OFF: roupas:



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Re: Boate Look - Centro

Mensagem  Admin em Dom Dez 07, 2014 12:59 pm

Amanda estava eufórica. Seriam as histórias sobre vampiros verdadeiras? Ela já havia atestado que algumas não eram. O espelho, por exemplo... ela podia se ver, tão bem quanto antes. No quarto, ela encontrou Rosa com os braços cruzados, ao lado da porta, e diante da pergunta de Amanda, ela apenas riu.

- Não assuma nada, Amandinha... Eu posso te dar explicações hoje, daqui a 10 anos, ou nunca...

Ela então gargalhou um pouco mais, olhando a ruiva da cabeça aos pés, e então a chamou com um dos dedos, dizendo.

- Mas por hora, direi que deve ser discreta. Não mencione nada que aconteceu nesse quarto, até eu dizer que esteja seguro pra você falar, beleza? Boa menina. Vem comigo.

Nem mesmo esperou pela resposta, e já saiu do quarto. Quando Amanda saísse, ela trancaria a porta, guardando a chave no bolso, já indo na direção da saída da boate, onde ela dá a chave para um outro segurança que estava ali.

__
Continua em Ruas - Centro

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Re: Boate Look - Centro

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