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Mensagem  Admin em Qui Nov 06, 2014 6:35 pm

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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Sex Nov 07, 2014 3:43 pm

Não demora para que a garota veja a via rápida, ele era um grande viaduto que era sustentado por pilares se elevando acima das ruas. Ela via a grande placa indicando que estava ao caminho certo, bom que o trânsito era rápido, assim chegaria com facilidade na Boate e teria diversão até o final daquela noite. Via que os carros mantinham uma média de 70 km/h e decidiu ficar neste mesmo ritmo e assim logo chegaria... Amanda já estava lambendo os BEIÇOS lábios, imaginando que surpresas viriam.
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Amanda Compton

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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Sex Nov 07, 2014 7:22 pm

O caminho na via rápida não dura mais que 10 minutos, e lá estava ela, chegando às ruas do centro. Aquele lugar não era nada colonial. Prédios modernos, contrastando com construções aparentemente pobres, cheias das mais variadas pichações nas paredes e portas dos estabelecimentos. Em algumas esquinas, grupos de jovens conversando. Todos com atitudes que lembravam os bandidos de filmes.Os carros ali eram barulhentos. Buzinas eram comuns. Alguns gritos de raiva podiam ser ouvidos. Música alta em alguns lugares... uma verdadeira sinfonia enlouquecedora. O coração de uma cidade. Lanchonetes diversas tinham um grande fluxo de pessoas. Mas a fome de Amanda não era de comida ou bebida, era de algo muito mais profundo. À frente de seu carro, um sinal vermelho. Os demais carros já começavam a se enfileirar, esperando que o mesmo ficasse verde.
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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Dom Nov 09, 2014 7:49 pm

Amanda já observava os prédios de arquitetura colonial darem espaço para os de arquitetura moderna. Ou seja... Sem graça e chata. Não só sem graça e chatas, mas também eram bem pobres, com muitas pichações nas paredes sem nenhum porque, apenas poluição visual que faz a ruiva parar de querer observar as coisas  minuciosamente ali.

Ela passava por alguns jovens de esquina conversando, todos com aquele esterótipo de marginaizinhos, a ruiva passou olhando por eles e pensou em parar ali mesmo para ver se conseguia pescar alguma coisa, mas decidiu que na boate ia conseguir coisas muito mais interessantes, e com certeza com mais experiência que aquele tipo de amadores.

Não bastava a poluição visual, agora tinha a sonora, vários gritos... Sinfonias horríveis passavam pelo ar, começou a pensar se aquela boate ia ser parecer boa mesmo, senão teria que voltar e fazer um daqueles marginaizinhos felizes, o que para ela poderia ser um breve tira-gosto.

Percebia todo o fluxo de pessoas, e a ansiedade da garota só aumentava e aumentava, imaginando como ficaria, o que faria e se ia mandar ver ou se ia aproveitar um pouquinho o gosto do tesão com calma. Ela avistava o farol e a fileira de carros, ela não tinha escolha se não entrar na fileira, mas bufou por ter que esperar. Ao menos conseguiria mais indicações de onde era a Boate estando na região da cidade. De repente lembrou que tnha um GPS, e enquanto estava esperando o farol abrir começou a procurar no navegador a tal boate.
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Dom Nov 09, 2014 8:50 pm

Uma vez que ligou seu GPS, Amanda viu que estava bem perto da boate. Apenas alguns quarteirões de distância, e acabara de dar 22h. Ou seja, já estava abrindo... Antes do sinal abrir, a ruiva ouve um estrondo. Uma batida na janela do seu carro, dada pelas palmas das mãos de um mendigo. Maltrapilho e barbudo, ele parecia horrorizado. Então foi para a frente do carro, olhando Amanda de maneira enlouquecida, gritando enquanto olha para os céus.

- VOCÊS NÃO PERCEBEM?!?!? SE AFOGAM NO DINHEIRO, NA GANÂNCIA, E ESQUECEM SUAS ALMAS!!! ELES ESTÃO CHEGANDO!!!! ELES ESTÃO CHEGANDO!!!

Ele gritava, passando pelos carros dali. Estava completamente desesperado. Provavelmente mais um louco que deveria estar internado no hospital psiquiátrico. Um pequeno susto para a ruiva, claro, que não esperava ver aquilo. Mas o desejo pela caçada ainda continuava. Assim que o sinal abriu, viu-se livre pra seguir.

Quando chegasse ao seu destino, veria uma pequena fila se formando. Quase toda formada por homens. Se observasse um pouco, ela poderia ver as mulheres passando. Mas só aquelas que davam alguns gracejos para os dois seguranças. Algo que pra ela era fácil de mais. Bela como era, só sua presença era mais do que qualquer um poderia sonhar. Da rua era possível ouvir a música eletrônica, um tanto abafada.



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Martin - Narração

Mensagem  Martin Gutierrez Fletcher em Sex Nov 28, 2014 11:35 am

Aquilo era fantástico. Martin já se imaginava fazendo aquelas coisas que Ayla fizera e queria aprender o quanto antes. Poderes e poderes! Queria-os todos!

Depois ela começa a falar sobre as família, explicando sobre o surgimento dos vampiros, que era diretamente ligado ao Caim bíblico. Era realmente muitas coisas para se aprender deste novo mundo do qual ele agora fazia parte, mas até o momento, estava adorando tudo. Cada clã tinha um tipo de poder, ou melhor, disciplinas, mas existia a possibilidade de aprender a dos outros e isso tornava tudo ainda mais interessante.

Obrigava sua mente a absorver tudo o que pudesse e então Andrew interrompe a conversa, após desligar a chamada que tinha recebido em seu celular. Falava em Brujah, Camarilla, Arcebispo e punição. E eles teriam que ir. Uau, aquela noite parecia que seria mais agitada ainda. Ele não diz nada, esperava que Ayla se manifestasse a respeito da notícia que recebiam.

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Narração - Martin

Mensagem  Admin em Sex Nov 28, 2014 3:09 pm

- Andrew acabou soltando algumas palavras, que eu acredito que lhe deixaram bem curioso, não?

Ela riu, assim como o homem, mas ele esboçou apenas um pequeno sorriso.

- Como estamos falando das 13 famílias, vamos começar por Brujah... Eles são uma delas. Conhecidos por perder o controle facilmente. São violentos, excessivamente violentos. Nossa querida Hilary é um deles.

Apontou para a loira assentada ali.

- Continuemos com os Gangrel. Bestiais, animalescos. Quase sempre, preferem a natureza às grandes cidades. Tão perigosos quanto os Brujah em uma briga, talvez, até mais. Se você por acaso encontrar um vampiro com garras, fuja.
Depois do Gangrel, podemos falar dos Malkavianos. Christine é um deles. Normalmente, vistos como loucos, mas possuem uma sabedoria fora do comum. No entanto, podem ser extremamente perigosos, porque muitos deles são, realmente, loucos.
Continuando, devemos falar dos Toreador. Belíssimos, refinados. Donos de línguas afiadas, e apaixonados pela beleza a ponto de serem dominados por ela. Mas beleza é um conceito muito amplo, o que os torna particularmente perigosos.

Ela para.

- Alguma dúvida sobre essas 4 famílias?

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Martin - Narração

Mensagem  Martin Gutierrez Fletcher em Sab Nov 29, 2014 12:51 pm

Martin meneia a cabeça, confirmando quando Ayla lhe questiona sobre a curiosidade ao ouvir as palavras de Andrew. Sua “criadora” começa a contar sobre as famílias/clãs de vampiros.

Ele acaba olhando para a lourinha, quando é dito que ela é uma Brujah. Engraçado, olhando para ela, parecia que não tinha nada de violenta, mas era bom saber, mesmo que, a olhar pelo aspecto físico dela, não parecia ser alguém que pudesse se temer a violência. Depois falava sobre os Gangrel que pelo visto tinham garras e como Ayla já tinha falado, isto era capaz de fazer muito estrago em um vampiro, coisa que ele deveria evitar a todo custo.

Haviam também vampiros loucos, os chamados Malkavianos, mas que também eram sábios? Bem, ali estava uma combinação no mínimo incompatível, mas tudo bem, ficava registrado. Era bom saber que a outra garota era uma delas. Sabia bem que loucos não deviam ser contrariados. Eram imprevisíveis.

Por fim falava sobre os Toreador. Que a uma primeira impressão pareciam uma espécie de “socialites” dos vampiros. Nada que realmente lhe chamasse muito a atenção.

Quando questionado, ele pergunta:

– Sim… você falou que os Gangrel tem garras e por isso são bastante perigosos. E essas outras “famílias”, quais são os seus dons … disciplinas? Há alguma característica que possa ser observada e nos permita saber de qual clã cada um é?

Não devia ser como em um terreiro, onde cada um usava uma guia de Orixá e já pudesse se distinguir de quem cada um era filho, mas não custava questionar, já que era um recém-nascido naquele novo mundo.

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Narração - Martin

Mensagem  Admin em Sab Nov 29, 2014 2:31 pm

- Não é fácil. Muitas de nossas disciplinas são subjetivas, até que seja tarde de mais. Por exemplo, os Brujah são conhecidos por sua força e velocidade ofuscante. Você não poderia saber, até que fosse, definitivamente, tarde de mais. Os Toreador podem influenciar suas emoções... podem fazê-lo se apaixonar com um olhar, ou temê-los como se fossem o próprio diabo. Os Malkavianos podem enlouquecê-lo... Essas são as disciplinas que mais definem esses Clãs. Mas eles ainda possuem outras. Mais tarde, o ensinarei mais detalhes sobre isso. Eu já tive contato com membros de quase todos os Clãs conhecidos. Possuo muito material...

Ela cruzou as pernas.

- Bem, continuando, temos os Ventrue. Normalmente procuram por posições de liderança, são ricos como ninguém, e possuem poderosa influência sobre a mente. Quando estiver na presença de um deles, jamais o olhe nos olhos. Parecidos com eles, são os Tremere. Mas os Tremere são grandes feiticeiros, magia de sangue... Muito unidos, muito eruditos, muito perigosos. Os Nosferatu... esses são os mais fáceis de identificar. São feios como o diabo, e são amplamente conhecidos por sua invisibilidade. Aquilo que eu fiz, eles são os melhores nisso.

Esses 7 Clãs que eu citei fazem parte da Camarilla, uma das duas grandes seitas do mundo cainita. Eles prezam por manter hábitos da humanidade, e se escondem dos humanos com a chamada Máscara, pois temem a inquisição. Mas acima de tudo, são escravos dos Antediluvianos e dos anciões, presos em uma hierarquia rígida e repleta de traições.

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Martin - Narração

Mensagem  Martin Gutierrez Fletcher em Sab Nov 29, 2014 5:01 pm

Martin ouvia as características do clãs com bastante atenção e sim, podia dizer-se que estava impressionado com os “poderes” dos vampiros. Procurava memorizar tudo quanto pudesse, mas sabia que com o tempo, tudo aquilo se tornaria bastante natural para ele. Além do mais, Ayla era bastante didática e parecia gostar de ensinar, o que era ótimo.

Mais algumas famílias são apresentadas e mais algumas dicas são passadas por Ayla. 7 clãs que ela dizia pertencer a uma seita, chamada Camarilla e suas características. Martin questiona:

– E qual é a outra seita e seus clãs?

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Narração - Martin

Mensagem  Admin em Dom Nov 30, 2014 8:41 pm

- É mesmo um possuidor de grande curiosidade, Martin. Isso é bom. Nós somos imortais. Sem curiosidade, sem desejo pelo conhecimento, não somos nada, se não uma história de drama infinita.

Ela deu uma única risada baixa.

- A outra grande seita corresponde ao Sabá. Essa é a nossa seita. Ela é fundada na liberdade, na fraternidade, e na proteção mútua. Nos protegemos da Camarilla, dos mortais, e acima de tudo, dos Antediluvianos. O Sabá é formado, principalmente, por dois Clãs. O Clã Lasombra, do qual Andrew é membro, e o Clã Tzimisce. O Clã Lasombra tende a agir na liderança de nossa seita, a liderança política. São famosos por sua disciplina de manipulação das sombras.

Andrew pigarreou. Ayla o olhou e acenou positivamente.

- Não, não sombras. Escuridão. No seu aspecto mais brutal e assustador... Já os Tzimisce tendem a ser a liderança espiritual de nossa seita. Eles criaram o Vínculo, que transforma a todos nós em irmãos. E possuem um poderoso dom de moldar a carne e os ossos. Eles são os únicos capazes de alterar permanentemente a aparência de um cainita. Consegue imaginar algo assim? Parte de nossa maldição, é a de sermos sempre os mesmos, jamais mudar. E eles conseguem nos mudar com suas mãos. Eles tendem a ser excêntricos, e brutalmente territorialistas. Não ouse se aproximar de mais do lar de um deles.

Apesar desses dois serem os principais Clãs do Sabá, todos eles possuem alguns membros aqui. Como por exemplo, Hilary e Christine, que são de Clãs majoritariamente pertencentes à Camarilla. Nos restam, agora, 4 Clãs, que oficialmente, não fazem parte de Seita alguma.

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Martin - Narração

Mensagem  Martin Gutierrez Fletcher em Seg Dez 01, 2014 3:36 pm

Martin sorri quando Ayla, de certo modo, elogia sua vontade de aprender. Ela então continua falando, agora sobre o Sabá, que revela ser a seita a qual pertenciam. Liberdade, fraternidade e proteção. Bem, parecia uma seita bastante atraente. Em sua narrativa, falava de mais dois clãs, Lasombra, do qual Andrew fazia parte e de um nome estranho: Tzimisce. Ambos tinham “poderes”, ou melhor, disciplinas, que pareciam realmente de outro mundo. E ele se lembra da primeira vez que viu Andrew, que parecia ter surgido do meio das sombras. Mas ainda restavam 4 clãs, e pelo que Ayla dizia, não eram de seita nenhuma… mas… até o momento ela não tinha falado sobre o próprio clã deles… Andrew estava curioso para saber a qual família pertencia, de forma que diz:

– E dentre estes estamos nós… porque até agora você não nos associou a nenhuma das famílias citadas… quem somos nós entre esses 4 que restam?

Embora imaginasse que isso ficaria para o final, até porque, o melhor sempre ficava para o fim.

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Narração - Martin

Mensagem  Admin em Seg Dez 01, 2014 6:57 pm

- Nós somos uma história complicada, Martin. Nós ficaremos para o final.

Ela então umedeceu os lábios, e continuou a falar.

- Entre aqueles sem uma seita, vamos começar com os Giovanni. Eles são um Clã, e ao mesmo tempo uma família, ao que parece. Ricaços italianos... Segundo dizem, gostam de brincar com fantasmas. Depois vêm os Ravnos, ciganos com enorme gosto por travessuras, e um poder assombroso sobre a mente, através de ilusões, que dizem por ferir até a carne. Depois deles, devo falar dos Assamitas. Assassinos frios, com gosto pelo sangue de outros Vampiros.

Ahmed ri no volante. Ayla diz.

- Talvez, eu pudesse dizer algo mais preciso, se nos desse mais informações sobre o seu Clã, Ahmed.

Ela suspira.

- E por fim, temos... nós.
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Martin - Narração

Mensagem  Martin Gutierrez Fletcher em Seg Dez 01, 2014 7:25 pm

Como imaginava: o melhor ficava para o fim.

Ayla começa a enumerar os “sem-seita” e seus dons eram bem curiosos, exceto pelos Assamitas que pelo visto eram bastante misteriosos, já que Ayla denomina-os apenas por assassinos frios que gostavam do sangue dos outros vampiros. Aquilo não os tornaria numa espécie de “inimigos” da raça? Iria questionar, mas ao saber que o árabe que dirigia o furgão era um deles, Martin prefere deixar esta questão para posteriormente, quando tivesse oportunidade de estar a sós com sua criadora.

E finalmente, chegariam a eles. Sem querer interromper, pois não era necessário, Martin apenas meneia a cabeça aguardando pelas próximas palavras de Ayla. Estava a poucos instantes de descobrir que tipo de clã era o seu…

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Narração - Martin

Mensagem  Admin em Ter Dez 02, 2014 8:41 am

- Nós somos os Serpentes da Luz. Mas nossa história é mais complicada. Nós somos, como posso dizer... uma ramificação, de um Clã propriamente dito. Ramificações como a nossa muitas vezes são chamadas de “Linhagem”. Pois bem. Nós somos uma parte desgarrada do clã dos Seguidores de Set, ou Setitas. Vampiros egípcios que veneram o dito “Deus Negro” Set. Que nada mais é do que um Antediluviano. E nós, do Sabá, queremos a morte de todos os Antediluvianos. Então pode imaginar que nossas relações não são tão boas.

Eles odeiam a nós, Serpentes das Luz, mais do que a qualquer coisa nesse mundo. Eles nos veem como hereges, que roubaram os dons de seu sangue. E com eles, você tem que tomar mais cuidado do que com qualquer um. Eles são o Clã mais perigoso na face da Terra. São mestres em fazê-lo pensar que são seus amigos, que querem te ajudar. Mas eles representam o pior aspecto atribuído às serpentes: o da traição. Eles irão traí-lo, porque eles o querem morto. Eles querem reviver seu Antediluviano, porque querem ser os mais privilegiados entre os escravos. Nós não podemos deixar isso acontecer, claro. Mas mais importante: devemos sobreviver a eles, às suas artimanhas.

Ela dizia de maneira bem enfática, que despertava em Martin o sentimento de revolta. Ela era uma tremenda oradora.

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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Seg Dez 08, 2014 11:30 am

A vampira ficou bege quando escutou Rosa dizendo aquelas palavras como bem entendia.

"Quem essa vadia pensa que ela é???"

No segundo seguinte Amanda lembrou quem ela era, e estava explicado... Mas ainda assim a ruiva não gostou do que Rosa havia dito, mas em seu íntimo achava melhor não contrariar, pois se eram vampiras quer dizer que as coisas todas eram resolvidas de forma diferente do que como os humanos resolviam, e a ruiva não queria se dar mal... Não sabia como seria a vida de um Vampiro, então tinha que ficar perto de Rosa para descobrir, e talvez tivesse que engolir as palavras grossas e aquele sarcasmo todo dela que já estava dando-lhe nos nervos. Se fossem humanas as coisas estariam sendo bem diferentes...

Amanda assentiu quando Rosa disse para que fosse discreta, também não queria chamar atenção para si pois já imaginava que ser um vampiro não era algo nada bem visto, só para góticos malucos ou fetichistas como ela. A recém-criada saiu com Rosa, não sem antes pegar sua faca e embainha-la de volta colocando-a em baixo das roupas usando o shortinho jeans para segurá-lo e a blusa caída para cobri-la. Assim que Rosa fechasse a porta, Amanda apenas seguiria com ela.
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Qua Dez 10, 2014 3:57 pm

As duas entraram no carro de Rosa, e a morena não tardou a cantar os pneus, partindo dali em alta velocidade. Só ajustou o retrovisor, e seguiu tranquilamente pelas ruas, ultrapassando os carros que davam mole. Amanda poderia notar, em alguns momentos, que aquele era o caminho da zona norte, que ela havia feito pra chegar até ali. O silêncio naquele carro era absoluto, mas o sorriso carregado de malícia ainda vivia nos lábios da morena.
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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Qua Dez 10, 2014 4:48 pm

As duas lindissimas vampiras adentraram um carro, um carro que não era o de Amanda, e isso fez a criança da noite questionar-se sobre ele. Imaginou que ele estaria no lugar de onde ela deixou, e se não estivesse... Ela ficaria muito irritada. Culpar alguém que não tinha nada haver com um possível sumiço de seu carro não era um problema, desde que a situação não ficasse em branco e alguém sentisse sua frustração, até mesmo na pele...

O Sangue Toreador Antitribu fazia a ruiva pensar em coisas nefastas... E começou a apreciar esse tipo de pensamento, o que fez ela levantar um sorriso nefasto, talvez se seu carro sumisse não seria de tão ruim. Deu uma leve e discreta risada com o pensamento.

A ruiva seguia pelas ruas da zona norte, caminho esse que ela havia feito para chegar à boate, enquanto isso o silêncio era música de uma trilha sonora do momento, e a vampira observar bem os lábios maliciosos da morena chamada Rosa. Amanda cruzou as pernas pensando que ainda não havia feito nada muito... Enloquente com a vampira que havia a transformado, se tivesse a chance porque não? Resolveu ficar em silêncio mas também não escondeu estar olhando para a sensual morena como se ela fosse um pedaço de carne que estava louca para experimentar.
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Qui Dez 11, 2014 5:55 pm

A viagem permanece silenciosa. A expressão de Rosa, no entanto, passa de maliciosa pra pensativa. Os lábios dela se moviam um pouco, como se estivesse pensando “com força” em alguma coisa. Não demorou até chegarem à via rápida.
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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Qui Dez 11, 2014 7:35 pm

A viagem seguia em silêncio, e vez ou outra ficou entediada de ficar olhando Rosa, mesmo que aquela mulher fosse muito sensual... Uma coisa repetitiva ficava cansativa. Tornou a olhar o movimento das ruas, não via nada de impressionante, apenas mais do mesmo. Ficou cansada de olhar para as ruas e tornou a olhar para Rosa e percebeu que começava a mudar a expressão... Ela parecia estar bem pensativa, concentrada em alguma coisa. Amanda segurou a risada, mas esboçou um sorriso.

"Será que vampiros tem poderes mentais? Precisaria de uma cobaia pra testar. Hi hi hi."

Viu que passavam pela via rápida, seja lá onde estivesse indo, acreditava que poderia não demorar.
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Abigail - Narração

Mensagem  Abigail Black em Sab Dez 20, 2014 11:24 am

O celular finalmente é desligado e Abigail já tinha a rota traçada pelo GPS. Logo em seguida, a vampira colocou o capacete novamente deixando seus cabelos escondidos dentro do mesmo. Retirou o pedal da moto e partiu para as ruas do centro da cidade afim de seguir para a mansão na colina.
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Narração - Abigail

Mensagem  Admin em Dom Dez 21, 2014 7:18 pm

Em seu caminho, Abigail não via nada de realmente importante. Pessoas, muitos carros, muitas luzes. Santa Fé não era uma metrópole, mas também não era um lugarejo texano.
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