Hospital Psiquiátrico de Santa Fé - Zona Norte

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Hospital Psiquiátrico de Santa Fé - Zona Norte

Mensagem  Admin em Qui Nov 06, 2014 1:03 pm

O maior hospital psiquiátrico não apenas da cidade, mas de toda a região, servindo a várias cidades vizinhas. É um lugar amplo, com mais de 100 anos de cidade. Possui um legado controverso: nos dias de hoje, de grande utilidade pública, mas no passado, era um lugar de horrores inimagináveis.
Possui muitos quartos, todos eles com portas reforçadas para conter os pacientes em crise. O tempo todo, uma equipe de Médicos, Enfermeiros e Psicólogos estão á disposição, assim como guardas, que mantêm as equipes de saúde, e os próprios pacientes seguros.



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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Qui Nov 06, 2014 7:10 pm

Recém chegada em Santa Fé, Amanda foi direto para o lugar que deveria visitar para manter a sua liberdade do pai. Afinal, tinha que se tratar! Essa era a condição para ela estar ali naquela cidade, livre da supervisão dele, e da de qualquer pessoa que a havia conhecido.
A ruiva estava em um quarto de luz branca, com uma cama, onde pôde descansar da viagem enquanto esperava pelo atendimento. Aquele era um grande hospital psiquiátrico. Quando o relógio na parede apontou 21 horas, Amanda nota que a hora de sua consulta havia chegado. Era estranho ter que esperar tanto, mas estava alegre por estar prestes a poder sair dali e procurar um lugar mais decente pra passar a noite.

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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Qui Nov 06, 2014 7:26 pm

Amanda revirou os olhos com os braços cruzados deitada na cama. Vezes olhava o relógio da parede e resmungava. Andava para lá e para cá, cansada de ficar esperando, ao menos aquela encheção de saco logo teria fim e ela poderia parar de fingir pra doutora que seguia uma merda de tratamento, como se ela fosse louca. Nem deveria estar ali pra começar! Era perfeitamente normal, apenas o seu pai que ficava com essas neuras só porque ela se meteu em alguns problemas, coisas que poderiam ter acontecido com qualquer pessoa.

Ela olhava novamente para o relógio e resolve ir deitar na cama, apenas para fingir estar paciente e fazer falsa impressão para a doutora quando ela chegasse. A garota ficou fitando o teto mexendo nos longos e lisos cabelos ruivos para simular uma tranquilidade.
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Qui Nov 06, 2014 7:33 pm

Mais alguns minutos de espera, e Camila ouve a porta se abrir, em seu ranger metálico. Por ela, passa uma mulher asiática, magra e baixa, de cabelos curtos e feições sem grandes emoções. Não usava qualquer tipo de maquiagem e vestia um jaleco branco, de mangas curtas. Em sua mão, uma prancheta com alguns papéis, e eram visíveis umas canetas no bolso do peito de seu jaleco. Ela observou Amanda por um instante, finalmente colocando-se de pé diante da cama. A prancheta estava erguida, de forma a Amanda não conseguir ver os papéis.

- Amanda Compton, certo? Boa noite. Sou a Dra. Christine Matsunaga, Psiquiatra responsável por seu futuro tratamento nessa instituição.

Ela fez uma pequena pausa, olhando Amanda nos olhos. Não era uma mulher com grande sex appeal, e com aquela atitude fria e sem graça, sua situação ficava ainda pior.

- Então, diga-me... Essa sua compulsão, segundo dizem... Acredita se tratar de uma compulsão, ou acha que estão exagerando?


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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Qui Nov 06, 2014 7:56 pm

Amanda observou a doutora chegar, assim que ela chegou, pôs-se tranquilamente de pé e deu um breve sorriso para a doutora que até mesmo era bonita, dava pra se divertir... Poderia ser interessante, mas não podia pensar nessas coisas agora, tinha que de entrar no papel de "mocinha sendo curada pra encheção de saco parar."

A doutora a cumprimenta e se apresenta, tão logo a moça responde

- Boa noite, doutora!

Logo ela emendava uma pergunta, da tipo que Amanda já tinha ouvido várias vezes.... Ela observou melhor, e sabia que estava sendo analisada, e analisando melhor também... Aquela mulher era na verdade um tanto sem graça, mas se soubesse dos truques seria um prato cheio. A todo modo, a ruiva responde com sua encantadora voz tranquila, fazendo uma expressão de auto questionamento.

- Hum... olha... Eu sei que tenho umas ansiedades, e isso já me causou uns problemas, a doutora sabe. "Compulsão" é uma palavra muito forte, mas quando todos à minha volta dizem que eu realmente tenho isso, acho que não posso me dar ao luxo de achar que é um exagero e simplesmente ignorar.

Era mentira, todos ficavam exagerando... Ela tinha essas necessidades como todo mundo, era a natureza das pessoas, todo mundo precisava de sexo, ela era só mais uma delas. Não tinha culpa se as pessoas se preocupavam demais com o dia-a-dia para se dispor como ela se dispunha.
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Qui Nov 06, 2014 8:09 pm

Ela acenou negativamente, olhando Amanda nos olhos. A ruiva podia sentir que aquela mulher, de alguma forma, sentia que ela estava mentindo, o que a deixa um tanto insegura quanto aquela situação. A mulher simplesmente a olhava como se estivesse querendo ver a parede atrás dela. Dra. Christine abaixa um pouco sua prancheta.

- Amanda, não existem razões para mentir. Eu sou sua Médica.

Ela deu uma pequena pausa.

- Não há nada de errado com você. Esses... desejos, nada mais são do que algo completamente natural. É uma mulher jovem, atraente. É apenas a natureza querendo tomar seu curso dentro de você. Mas infelizmente... nasceu no lugar errado, e no tempo errado.

Ela dizia tudo aquilo sem qualquer alteração no tom de voz, quase que como uma máquina. No entanto, não era rude. Parecia ser do tipo extremamente prática ou algo assim. Com a mão livre, ela tirou do bolso lateral de seu jaleco, uma caixa de medicamentos, e um papel, que após ser visualizado mais de perto, mostrar-se-ia uma prescrição médica.

- Tome isso. Vai ajudar a diminuir a ansiedade. Não vai resolver o problemas. Mas a tornará, ao menos, mais seletiva. Nessa cidade, me agradecerá por isso.
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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Qui Nov 06, 2014 8:21 pm

Amanda arregalou os olhos quando a médica mostrou estar tão convicta de que a ruiva estava mentindo. Naquele momento sentiu-se encurralada vendo e pressentindo que ela não estava jogando verde, ela realmente sabia que sua opinião era outra, ela balbuciou os lábios na futura tentativa de se explicar mas antes disso a doutora asiática mostrou-se completamente compreensiva dos motivos da ruiva, falando coisas que também achava em seu íntimo que eram verdade, mas que ninguém nunca concordou.

O estranho era que ela dizia tudo aquilo mecanicamente, quase como uma máquina, talvez fosse a calma e a convicção dela que a deixava tranquila e isso fez Amanda relaxar um pouco e seu coração desacelerar.

A doutora retira um papel junto com um papel que ao observar bem, diria que aquilo era uma prescrição médica. Estava bem acostumada a vê-las... Ela entrega a Amanda que pegou os remédios sem acreditar, com um enorme sorriso no rosto, de orelha a orelha. Deu uma risada e disse:

- Obrigada, doutora!

Dessa vez não mentiu, preferiu evitar dizer que seguiria a prescrição médica, pois não seguiria... E vai que ela soubesse que estaria mentindo denovo. Não tinha ansiedade nenhuma, sabia que estava em seu estado perfeitamente normal, mas ela diz com sua felicidade bem exposta:

- Mas... Já vou ter alta?
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Qui Nov 06, 2014 8:32 pm

- O seu caso é ambulatorial. Não precisa ficar internada aqui. A menos que queira... Você quer? No entanto, por essa noite, terá que dormir aqui. Amanhã passará por alguns exames clínicos mais apurados nas mãos dos médicos diurnos.

A Dra então anotou algumas coisas em sua prancheta, e guardou de novo a caneta em seu bolso, colocando-se a caminhar na direção da porta, a abrindo, e então olhou para Amanda.

- Por hora, é livre pra ir. Mas deve retornar até as 04:00h de amanhã. Isso te dá 7 horas para descobrir a cidade... Lembre-se de retornar. É de suma importância que retorne.

E então a mulher saiu, deixando a porta fechada. Amanda teria tempo pra se arrumar e sair dali. Se divertir, se quisesse. Lá fora estava estacionado seu carro, o que daria a ela uma grande liberdade de locomoção naquela noite.

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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Qui Nov 06, 2014 8:45 pm

Amanda fechou a cara quando a doutora disse que ainda teria que dormir lá. Não estava tudo bem, sabia que ainda tinha que voltar pra lá, mas ainda assim não estava tudo bem! A doutora a instruiu de como deveria prosseguir por essa noite e saiu, estava cansada daquela porcaria de rotina de hospital psiquiátrico, queria acabar com aquilo de uma vez... As vezes queria sumir de uma vez e não encontrar nunca mais ninguem que ela conhecesse nessa vida! Talvez um dia faça isso... É... Talvez esse dia estivesse mais próximo do que todos imaginavam. Amanda Compton passaria por cima e ia levar a vida que quisesse, as pessoas gostando ou não, achando estranho ou não.

A ruiva saiu do Hospital indo direto ao estacionamento na intenção de encontrar o seu carro. Dentro do mesmo, ela pega aquela faquinha preciosa e guardava ela com cuidado e embainhada, obviamente, dentro do coturno de cano longo. As vezes tinha umas inspirações... E vai saber se ela encontraria alguém essa noite que gostava de alguns cortes... Sabia de uns lugares que era tão gostoso quanto uma lingua bem afiada... A ruiva revirou os olhos pensando nas ideias e sentiu um arrepio excitante passar por todo o seu corpo. Quase teve um Tic, e seus dentes mordiscavam seus lábios inferiores com ideias mirabolantes...

Com o seu carro, partiria para as ruas na intenção de encontrar algum lugar interessante por aí.
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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Qui Nov 06, 2014 9:02 pm

Fora do hospital, Amanda deparou-se com ruas calmas, de aspecto antigo, de paralelepípedos de pedra. Sua compulsão já estava começando a cobrar dela alguma atenção, com os impulsos lhe subindo à cabeça. Precisava de ação naquela noite, algo que a fizesse espairecer todos aqueles problemas. Algo que a divertisse. Dirigindo pelas ruas, poderia ver um grande cartaz de propaganda, bem chamativo. “Boate Look”, dizia ali. E pelo horário e dia da semana descritos, o lugar estava pra abrir bem em breve, dali a uma hora. Para a ruiva, aquele parece um lugar interessante pra ganhar a noite. Com sua faca, nada poderia tocá-la. A menos que ela quisesse...

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Re: Hospital Psiquiátrico de Santa Fé - Zona Norte

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