Mansão do Arcebispo - Zona Norte

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Narração - Martin - Amanda

Mensagem  Admin em Dom Dez 28, 2014 1:25 pm

Amanda estava quase “Nocauteada” naquele lugar, tendo acabado de ver duas das pessoas mais belas que já vira em toda a sua vida, no mesmo lugar. Ambos com roupas nada atraentes, mas ainda sim, aqueles lá poderiam tranquilamente estar em trapos, e ainda seriam superiores a qualquer modelo.

Já Martin sentia o peso de sua escolha bem ali. Estava no meio de monstros. Aquela mulher rasgando Ahmed com suas garras, lavando a parede em sangue, deixava isso claro. A mesma mulher virando aquela pilha de cinzas mostrava o que eles realmente eram por dentro. O desejo de vingança, e o poder prometido eram o que mantinha Martin ainda positivo em relação àquilo.

O Arcebispo é o primeiro a passar por uma grande porta dupla de madeira, e ali dentro, os dois novatos têm uma visão que antes só viam nos filmes: uma verdadeira sala de castelo. Pedra, metal, um trono negro feito de lâminas retorcidas, e o mais perturbador: acima do trono, uma cruz, portando um homem mumificado, com um pedaço de madeira entre suas costelas. A boca aberta, com presas expostas, presas bem compridas. O Arcebispo caminhou ao seu trono, subindo as escadas do mesmo, e então se assentando ali. Ayla e Rosa ficaram paradas diante do mesmo. O homem olhou os dois recém chegados. E dessa vez, Amanda sentia algo diferente. Aquele homem parecia olhar sua própria alma, de tão penetrante o seu olhar. A mistura daquela atitude impactante, com a beleza do homem, a coloca em um verdadeiro sonho. Era como se toda sãs imagens ao seu redor se borrassem, e ele fosse a única fonte de esplendor, o único digno de atenção. Ela simplesmente passou a ignorar todo o resto.

Mas Martin pode notar a cara “abobalhada” feita pela ruiva, assim como todos já havia notado. A morena diz.

- O primeiro Fascínio de minha progênie... Ela é mais forte do que a maioria. Poucos teriam passado daquele momento, com a presença da Bispo Ariel.

O Arcebispo pigarreia, olhando para Martin.

- Diga-me, criança da noite, quem é você?
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Martin - Narração

Mensagem  Martin Gutierrez Fletcher em Dom Dez 28, 2014 1:58 pm

Dentro da sala parecia ter se transportado para a idade média. Martin observava os detalhes daquele local quando seus olhos encontram a cruz onde um homem mumificado estava pregado. Era uma estaca e aquele era um vampiro com longos caninos. Estaria “vivo”? Via e ouvia o que eles diziam? Questionava-se, quando o Arcebispo pigarreia e fala com ele.

Martin responde com sua sempre encantadora voz, de forma respeitosa:

– Meu nome é Martin Gutierrez Fletcher, Arcebispo.

Limita-se a isto primeiramente, afinal não sabia ao certo se deveria falar mais do que o seu nome. Aguardaria por novas perguntas, se fosse o caso.

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Martin Gutierrez Fletcher

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Amanda - Narração - Martin

Mensagem  Amanda Compton em Dom Dez 28, 2014 3:03 pm

A vampira estava quase abandonando a realidade daquele mundo, perdida na beleza que dois dos monumentos mais excêntricos e belos do mundo a prendiam. Nunca havia visto as coisas daquela forma, mas naquele momento a beleza era tudo o que importava para ela.

Eles passavam por uma porta dupla de madeira e via-se um cenário que era desprovido de modernidade mas não de beleza e requinte, de uma arquitetura medieval bem construída em pedras e metais, a vampira não estranha e até mesmo gosta pois a beleza e detalhes daquele ambiente só eram vistos nas melhores produções de filmes sejam Holywoodianos ou não, mas o que mais havia chamado a atenção da vampira recém criada foi acima de um trono negro feito por inúmeras lâminas retorcidas, uma pessoa mumificada com um pedaço de madeira em suas costelas e com a boca aberta expondo as presas, era um vampiro com certeza, mas ele estaria com uma estaca? Estaca não matava vampiros também? Deve ser outras coisas, a vampira de alguns minutos atrás haviam virado papa de outra forma, em todo caso, se estivesse vivo e por ventura estivesse consciente, imagina a tortura que deve ser estar lá no alto? Deu uma risada interna, aquela visão bizarra era tão cool. Amanda sorriu como uma criança boba se divertindo ao ver um brinquedo novo quando olhou no rosto mumificado daquela coisa.

O Arcebispo começava a subir uma pequena escadaria e se assenta ao seu trono, e assim quando o faz, Amanda desfoca sua atenção daquele bichinho divertido lá em cima, e olha diretamente para o Arcebispo, e todo o resto deixou de ter importância. Se antes Amanda estava olhando como uma criança feliz para aquele mumificado, agora tinha sua expressão como a de uma hipnotizada, fixando totalmente sua atenção nele, e nada mais importava... Amanda apenas via-o como o centro de seu universo e seu mundo, o tesão que ele despertava na ruiva tomava lugar para o de uma contemplação que ela nunca havia tido antes. Observava cada detalhe do Arcebispo, como se estivesse tentando decifrar a fórmula de sua criação que havia sido jogada fora pelos seres superiores do cosmo.
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Narração - Martin - Amanda

Mensagem  Admin em Dom Dez 28, 2014 4:30 pm

Amanda estava perdida na mais profunda contemplação que poderia imaginar, e quanto mais tempo passava, mais se entregava àquele vislumbre. Subitamente, uma vontade enorme de tocá-lo é sentida. Queria não apenas ver aqueles traços, mas tocá-los. Ela sentiria um enorme impulso de ir até aquele trono, e ver o belíssimo homem com todos os seus sentidos.

Já o Arcebispo dava alguns olhares para ela, mas sempre voltava para Martin.

- Seu nome... apenas palavras, apenas vento.

Ele olhou então para Ayla.

- Diga-me, Ayla. O que fez dele, merecedor do sangue de Caim?

Ayla maneia sua cabeça, dizendo.

- Martin é um homem traído por sua própria família. Em meio a muitos eventos, acabou preso. E sobreviveu à prisão de maneira espetacular. Ele possui a capacidade de entrar em contato com o outro mundo, o dos que já foram, e possui uma certa aptidão para a Feitiçaria. Com isso, ele prosperou, passou a ser respeitado, temido. Um candidato perfeito para ser o novo receptáculo do sangue de Caim. Um grande potencial.

O Arcebispo o olhava, sem qualquer expressão que desse a Martin uma ideia de seus pensamentos. O que se passava naquela cabeça? O homem finalmente responde.

- Aptidão mágica... É, de fato, um bem valioso para a Espada de Caim. Ensine-o a trilhar esse caminho, Ayla. Com os desafios que se apresentam a cada noite, precisamos de Irmãos capazes de grandes feitos.

Para Martin,a quele elogio soaria muito bem, afinal, ele sempre soube de sua própria grandiosidade, mais do que ninguém. Mas era bom vê-la ser confirmada
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Martin - Narração

Mensagem  Martin Gutierrez Fletcher em Dom Dez 28, 2014 8:40 pm

Ah, era um pouco da história dele que o Arcebispo queria saber, mas como Martin poderia saber o que fizera dele um merecedor do sangue de Caim? Felizmente Ayla sabia e, ao ouvir as palavras de sua criadora, ele começa a entender melhor a razão de ter se tornado um vampiro. Após as palavras de Ayla, o Arcebispo olhava para Martin, o que faz ele questionar-se o que ia na mente daquele vampiro, certamente bastante poderoso, e então as palavras dele são ouvidas e elas agradam imensamente o jovem vampiro, que evita abrir o largo sorriso que ia na alma para que não parecesse um convencido. Ele mesmo sabia que era muito mais do que os outros, isso era um fato. Sim, o Arcebispo poderia aguardar, Martin mostraria do que era capaz e no que dependesse dele, seria logo.

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Amanda - Narração - Martin

Mensagem  Amanda Compton em Seg Dez 29, 2014 7:42 pm

Nada mais estava ao alcance de Amanda, e a ruiva nem queria que estivesse. Todo o cosmos de sua existência estava focada logo à sua frente, e a apreciação limitada que a visão lhe proporcionava não era o suficiente para poder experimentar aquela beleza toda, não... Não era... A ruiva olhava para o Arcebispo com um leve e natural sorriso sedutor, via-o como uma espécie de vítima dos seus desejos e essa impressão era passada aos que reparassem em sua expressão encantadora e também naturalmente maliciosa.

Em poucos segundos Amanda dava seu primeiro passo em direção à obra de arte fascinante que tinha diante de si, implorando para ser compreendida, chorando para ser amada, e a ruiva assim o faria, abraçaria o desejo dessa arte como uma mãe, como uma irmã, como uma amiga e amante. Seus passos naturalmente sensuais eram obra de seu transe magnético que o Arcebispo impunha sobre ela, não era como se ela pudesse evitar, aos poucos a recém-criada se aproximava daquela centelha de outro universo capaz de brilhar mais que as faíscas do sol que hoje a levaria à morte. Ela o queria tocar, ela o queria sentir, queria poder apreciar a arte com o tato, queria tocar a arte com seus dedos e sentir sua textura que provavelmente seria tão contemplada quanto era pela simples visão de sua figura majestosa.
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Re: Mansão do Arcebispo - Zona Norte

Mensagem  Karsh Von Bredtch em Seg Dez 29, 2014 7:54 pm

Feitiçaria o Demonio ouvira... Se um inquisidor ouvisse aquilo decerto ja teria estripado a Criança da Noite.... Karsh se resigna e passa a ouvir com mais apuro ad apresentações.  Afinal um feiticeiro vive no limiar da Espada de Caim.
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Narração - Karsh

Mensagem  Admin em Ter Dez 30, 2014 10:09 am

Karsh estava no corredor, onde alguns cainitas se aproximavam da garota loira, que aos poucos começava a acordar, abrindo seus olhos de maneira preguiçosa. Passando a mão pela face, e o homem que provavelmente seria um Lasombra, por ter convocado aqueles tentáculos de escuridão, abaixa-se perto dela.

- Hilary!  Tá me ouvindo?
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Hilary/Angel - Narração

Mensagem  Angel - Hilary Braxton em Ter Dez 30, 2014 12:51 pm

A Brujah sabia que tinha encontrado o seu fim e ironicamente, ele viria de uma forma que ela tanto apreciava… a diablerie, mas, desta vez, ela era a vítima e não a algoz. A ironia do destino era tanta que ela acaba por sorrir, o seu “vício”, aquilo que lhe fizera perder todo o seu status e tornar-se uma caçada pela Camarilla, tinha sido o seu próprio fim.

Quando a loura crava suas presas para começar a sugar seu sangue, Angel fecha os olhos. Primeiro o prazer do beijo, mas depois vem a dor, uma dor que ela nunca havia sentido, a dor de sua alma tentando ser sugada para dentro daquela vagabunda. Não! Não permitiria! Se existia vida no além, e ela sabia que existia, ela queria ir para lá e não ser tragada e engolida por aquela vadia. A alma lutava? Sim, era o que parecia… tudo era confuso demais, difícil de explicar e antes de tudo ficar completamente negro, sentiu a presença dela muito perto de si e então, tudo deixou de existir. Até que…

Ela volta a ouvir e sentir e seus olhos voltam a se abrir. Diante de si estava o maldito que havia lhe aprisionado com os tentáculos negros e ele estava lhe chamando de Hilary?

Angel fica confusa. Como assim? Ela tinha ouvido perfeitamente não tinha? HILARY? Mas ela não era Hilary, por todos os diabos!

Sem nada dizer, ela olha para ele balançando a cabeça positivamente e em seguida para os lados, tentando compreender o que se passava.

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Angel - Hilary Braxton

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Narração - Martin - Amanda

Mensagem  Admin em Ter Dez 30, 2014 1:21 pm

Amanda estava chegando à pequena escada que a leva ao trono, quando sente algo a tocando. Por um momento, imaginava que os toques eram daquela maravilha sobrenatural à sua frente, mas não eram. A princípio, ela não se importou nem um pouco, mas quando as mãos começaram a impedi-la de andar na direção daquele anjo, toda a contemplação de transformou em fúria. Uma fúria avassaladora, de alguém que acabara de perder tudo, de quem havia visto seu maior objeto de desejo escapar por entre seus dedos. Por um momento, Amanda pensa em se virar e destruir quem quer que a tivesse segurando, mas a visão do homem à sua frente ainda era suficientemente poderosa para que Amanda apenas continuasse, mesmo que tivesse que puxar quem a segurava.

Ayla observava aquela cena, e Martin poderia se perguntar o que diabos aquela ruiva estava fazendo. Era bonitinha, mas parecia ser completamente louca. E pelo que acabara de ver, a selvageria que aquelas pareces continham, ela parecia até mesmo suicida. O Arcebispo diz em um tom baixo.

- Rosa, tire-a daqui. Essa Criança ainda precisa exercitar o autocontrole.

E nesse momento, a ruiva se sentia não apenas segurada, mas puxada. Algo dentor de si ainda se agitava.


____
Amanda: 1 sucesso no teste de Autocontrole.
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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Ter Dez 30, 2014 11:39 pm

O momento de total esplendor não devia ser interrompido, NÃO PODIA ser interrompido, mas foi... Amanda sentia um toque em sua pele, um toque que inicialmente imaginou que era daquela beleza, imaginou estar tão em sintonia com a contemplação do Arcebispo que podia senti-lo sem realmente tocá-lo, mas não, visto que aquele toque impedia-a de prosseguir ao invés de atrair mais ainda seus corpos de morto-vivo.

Ela estava sendo impedida, e de forma alguma isso poderia acontecer, queria imediatamente virar-se já sacando sua faca para enfiar na garganta de quem quer que estivesse a segurando, mas pra isso... Tinha que deixar de olhar o Arcebispo, e crime maior que este a recém-criada não podia cometer por si mesma.

A voz... Aquela voz soava novamente, mais angelical que a trombeta do arcanjo Gabriel ela passava por seus ouvidos e cada sílaba era captada com a mesma dedicação que um maestro tem ao reger sua orquestra, os significado das palavras não eram importantes apenas o som harmônico daquela melodia. Puxada... Sentia-se dessa vez puxada, estava sendo contrariada... NÃO!! Não queria sair dali, não agora, tinha que olhar mais um pouco e nem chegou a tocá-lo ainda.

Amanda resistia, não chegava a puxar o braço com força para se desvencilhar de uma vez pois isso atrapalharia o estudo minucioso da beleza do Arcebispo, mas também se negava a ser puxada para longe dele.
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Martin - Narração

Mensagem  Martin Gutierrez Fletcher em Qui Jan 01, 2015 12:43 pm

Martin repara que a outra novata subitamente começa a caminhar na direção do exótico trono que o Arcebispo ocupava, parecia que estava meio abobalhada, bem estranha. O Arcebispo fala para a outra retirar ela dali porque ela ainda não tinha autocontrole e Martin se questiona que tipo de autocontrole era aquele que ele dizia. A garota era retardada ou o quê?

Quando Rosa vai na direção dela, tentando impedir que a ruiva avançasse mais, Martin apenas observa o desenrolar daquela estranha situação, que para ele não fazia sentido algum, mas sabia que era bom permanecer de bico fechado até que sua ajuda ou o que fosse, viesse a ser solicitado, se viesse.

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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Sex Jan 02, 2015 5:05 pm

Amanda continuou a ser puxada para fora. Apesar de uma fúria ardente rasgá-la por dentro, a contemplação era ainda maior do que o sentimento de ódio, mantendo-a presa àquele homem, até perceber as grandes portas de madeira fechando-se diante de si. Aquilo a fez sentir, novamente, a fúria escalando por sua garganta, mas ela conseguiu contê-la. Em questão de instantes, voltava a si. Possuía lembranças daquele momento. Lembranças ao mesmo tempo felizes e dolorosas. Rosa disso.

- Acorde, Amanda! Tem que aprender a resistir a isso... Isso vai te matar!!

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Narração - Martin

Mensagem  Admin em Sex Jan 02, 2015 5:09 pm

Martin vê a ruiva ser arrastada pra fora daquele salão, completamente pirada, ao que parecia. Quando as portas de madeira se fecham, Ayla diz.

- É uma honra que a minha porgênie tenha agradado à Vossa Excelência.

O Arcebispo respondeu.

- Não agrada a mim, sim à Espada de Caim. Agora, Ayla, trate de garantir que essa criança da noite possua o Vínculo com seus irmãos. A fraternidade é nossa maior força. Nossa união, a mais afiada de nossas armas.

Ayla maneia a cabeça.

- Isso será feito o quanto antes, Vossa Excelência.

O homem assente.

- Podem se retirar.
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Martin - Narração

Mensagem  Martin Gutierrez Fletcher em Sex Jan 02, 2015 5:37 pm

Quando a ruiva boladona é retirada da sala, Martin até pensa que ficariam ali por mais tempo, mas afinal também já estavam sendo liberados. Bem, menos mal. O Arcebispo falava para Ayla cuidar de um tal de “Vínculo”, e obviamente Martin não entende do que se tratava, mas pelo visto logo descobriria.

Tão logo Ayla fizesse menção de se retirar, Martin educadamente despediria-se do Arcebispo e seguiria sua “progenitora”, já curioso por questionar o que era aquele tal de “Vínculo”.

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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Sex Jan 02, 2015 8:25 pm

A ruiva continuava sendo puxada, uma raiva avassaladora começava a tomar conta de Amanda enquanto isso, estava sendo contrariada, não queria ser contrariada, não gostava disso... Mas era quase mais forte que a razão. O unico motivo de não ter se virado e agredido de forma homicida quem quer que estivesse a puxando era porque acabaria tendo que desviar seu olhar daquela divindade. Ela continuava tentando resistir, mas era puxada e por fim termina com a porta sendo fechada diante de sua cara.

A raiva se instalava mais e mais, mas como num encantamento, parecia que o efeito estava começando a passar, a raiva de ser impedida de apreciar o Arcebispo, assim como a vontade fervorosa de não desgrudar os olhos dele não importa o que aconteça começavam a ceder os efeitos, até que por fim ela escuta a voz de Rosa, falando que aquilo ia mata-la. Primeiramente, não sabia o que aquilo era, porque nunca passou por isso. Era incrível e seria ótimo passar por isso denovo, mas logicamente sem que ninguém viesse para atrapalhar. Por pouco o tocou. A ruiva parecia despertar, olhou para os lados, só não estava confusa porque lembrava-se exatamente do que havia acontecido. Ela vira-se como num giro e já respondendo à Rosa:

- Isso??? Ora! Eu nunca passei por ISSO antes! Você Quem disse que ia me explicar o que estava acontecendo ou "agora", ou "daqui a dez anos", ou talvez "NUNCA"! Eu estou boiando aqui até agora, como eu poderia saber que ISSO poderia me matar!? Não que eu esteja reclamando, aquela sensação foi óóóótima... (faz uma cara de tesão)

Ela não sabia o que estava acontecendo, tudo o que sabia era que agora havia virado uma vampira, eles eram sanguinários, estava com alguns deles fazendo-se sabe lá o que, nem sabia o porque estavam ali, e nem sabia o que diabos era aquilo que havia sentido, por mais delicioso que fosse. Rosa não podia culpá-la de forma alguma!


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Narração - Amanda - Martin

Mensagem  Admin em Sab Jan 03, 2015 1:41 pm

- Venha, Martin.

Diz Ayla antes de colocar-se a caminhar na direção das portas pelas quais entraram.

Rosa ria um pouco com a narrativa de Amanda, acenando negativamente, a princípio. Mas logo deu de ombros, assentindo.

- Não deixa de ser verdade... é uma verdadeira delícia! Mas sim, é perigoso... Nem todas as beldades estão do nosso lado...

Ela dá de ombros novamente. As portas se abrem, e de lá sai a exótica negra, em seus cabelos azulados, e roupas excentricamente belas. Atrás dela, o outro recém chegado. Rosa diz para a mulher.

- Deu a sorte grande com essa cria, heim. Se for metade do que falou, vai se dar muito bem.

Ayla sorri, maneando a cabeça.

- Eu gostaria de ter ouvido sobre a sua. Mas entendendo o pouco que entendo sobre vocês, do Clã Toreador, imagino que não seja fácil resistir a alguém como o Arcebispo...

Ayla ri um pouco. Martin poderia ver representantes de mais um dos Clãs citados por Ayla, e Amanda acabaria estranhando aquela palavra. “Toreador”. Mais uma coisa que Rosa não havia lhe contado, pelo visto.

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Narração - Angel

Mensagem  Admin em Sab Jan 03, 2015 1:54 pm

Angel estava completamente confusa. Devia estar morta agora! Todos aqueles que ela diablerizou haviam morrido! Mas por alguma razão bizarra, ela ainda estava ali. O homem, o verdadeiro responsável por sua morte, a chamava de um nome estranho, mas o que realmente “tirou o chão” da Brujah foi ver o seu próprio corpo se transformando em cinzas. A carne parecia se desprender dos ossos, tornando-se acinzentada, negra, aos poucos se decompondo naquele pó seco, restando apenas os ossos, que também se acinzentavam, mas não chegaram a virar pó, embora sua aparência fosse bem frágil, indicando que seriam desintegrados no menor dos toques.

Ao ver que ela estava “bem”. Ela não, essa tal de Hilary, o que só podia ser um Lasombra se afasta um pouco. A asiática se aproxima dele. Ambos olham para o corpo que já havia virado uma pilha de cinzas. O Lasombra entoava uma pequena prece. A asiática ficava quieta, como se estivesse ali apenas por ter que estar. No final das contas, apenas ela, aqueles dois, e o estranho homem de olhos brilhantes estavam ali. Aos poucos, algumas memórias surgiram em sua cabeça. Andrew... parecia ser esse o nome do Lasombra. Christine era o nome da mulher. E aquele que matou... Ahmed. Estranhamente, ela sentia-se um pouco triste por tê-lo matado, uma leve culpa, jamais sentida por Angel.
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Amanda - Narração - Martin

Mensagem  Amanda Compton em Sab Jan 03, 2015 9:23 pm

Rosa concordava que aquilo era uma delicia, e Amanda não pode deixar de sorrir com isso, era quase como duas garotas normais falando de meninnos, mas isso muda quando ela volta a falar sobre a parte perigosa, e era verdade, até mesmo no mundo dos humanos um rosto bonitinho não era sinonimo de confiança.

Logo após isso, a moça negra de cabelos azuis, o que não era normal mas caía muito bem nela, volta com aquele delicinha dando um óbvio elogio à ele, mas perdeu a parte do elogio. Haviam feito um elogio à ele lá atrás? Amanda não se recordava disso, se recordava apenas daquela sensação deliciosa com o Arcebispo, era justificável não ter ouvido lá na hora. Até que a tal moça negra dizia umas coisas estranhas, sabia que estavam se referindo à ela de inicio, mas não sabia o que aquelas palavras significavam. Toreador? Tinha um clã de vampiros que lidavam com touros? Toureiros sentiam queda por Arcebispos? Ele era parte da igreja, do clero? Os vampiros eram religiosos ou apenas estavam se disfarçando da igreja? Amanda queria interromper tudo ali, estava visivelmente perdida na conversa das duas. Olhava pra elas com a clara impressão de que estava tentando entender a conversa, não ia demorar pra começar a deixar aquela balela de lado pra prestar atenção naquele pão-doce à sua frente.
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Martin - Narração - Amanda

Mensagem  Martin Gutierrez Fletcher em Dom Jan 04, 2015 7:11 am

Eles deixam a sala do Arcebispo e encontram com as duas que haviam saído recentemente. Rosa fala com Ayla a respeito de Martin e o comentário dela faz com que Martin esboce um sorriso mais sedutor, meneando a cabeça para a morena. Embora o comentário fosse para Ayla, ele era o objeto do elogio e isso, obviamente, fazia bem a sua auto-estima.

É então que Ayla responde e tudo se faz mais claro. Eram os tal Toreador, os apaixonados pela beleza. Agora fazia sentido, aquilo que a ruiva protagonizou era o ser “dominado” pela beleza. Algo realmente estranho de se ver, alguém agindo feito um tolo diante de alguém realmente bonito. Mas… por que elas não agiram assim diante de Martin? Ele era um tipo de deixar mulheres e homens em fila atrás dele.

“Ah… bem… não estou assim com um visual apresentável…”

Pensa ao se lembrar no rosto e roupas sujas de sangue e terra. A ruiva era novata, mas não estava no mesmo estado que ele. Será que tinha sido “transformada” naquela noite?

Então se lembra do que Ayla tinha falado sobre a capacidade que os Toreador tinha de influenciar as emoções, fazendo com que os outros se apaixonassem ou os temessem profundamente. Realmente, um dom muito útil, e sendo utilizado por beldades como aquela, algo capaz de fazer muito estrago. Continuava com um sorriso no rosto, observando as duas beldades e ouvindo a conversa.

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Hilary/Angel - Narração

Mensagem  Angel - Hilary Braxton em Dom Jan 04, 2015 7:49 am

Ela começa a compreender o que se passava quando vê o seu corpo caído no chão virando cinzas, exceto pelos ossos, que pareciam precisar apenas de um sopro para irem pelo ar. Era uma cena horrível e ela se segura para não demonstrar o “horror” que sentia ao observar o seu próprio fim… Que não era o fim…

Aos poucos, as coisas começavam a clarear na sua mente. De alguma forma, a sua consciência agora habitava o corpo da loura vadia. Como aquilo era possível? Então não eram lendas… existia esse perigo na diablerie. Um cainita realmente poderia se ferrar ao tentar diablerizar o outro. Isso podia ter acontecido com ela antes! Deus… ela estava presa dentro daquele corpo agora… E o que havia acontecido com Hilary? Tinha sido enviada para o inferno no seu lugar?

Diabo… nem mesmo o diabo queria receber Angel no inferno!

O Lasombra se afasta e vai na direção da pilha de cinzas do cara que ela tinha detonado, curiosamente, ele parecia rezar acompanhado por uma asiática que parecia estar prestando um favor em estar ali. O sujeito de olhos brilhantes também estava presente. E então… lembranças… obviamente não dela, mas de Hilary. Ela sabia o nome dos dois que estavam junto das cinzas de Ahmed! Mas o mais estranho é a sensação que vem a seguir! Ela estava se sentindo triste por ter matado Ahmed! Culpada?! Como assim culpada? Mas o que era aquilo?!? Que confusão de emoções era aquela em qual estava mergulhada?!?

Sem perceber, ela acaba falando com tristeza em sua voz:

– Ahmed….

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Narração - Angel - Martin

Mensagem  Admin em Seg Jan 05, 2015 6:24 am

- Well, devo deixá-los em família.

Disse Ayla, sorrindo. Virou-se então para Martin, chamando-o com um dedo, já colocando-se a caminhar por aquele corredor, na direção de onde havia ocorrido aquele embate sangrento. Ela parecia apressada, o bastante pra deixar Martin pra trás. Quando ele finalmente alcançasse, a veria ajoelhada diante da pilha de cinzas que era Ahmed. Ao lado dele, Martin poderia ver um esqueleto acinzentado. Ayla pegava as cinzas de Ahmed, pronunciando algumas palavras antes de soprá-la, até finalmente o índio com lenço vermelho chegar. Sua mão esquerda estava envolvida por uma atadura, e na direita, uma pequena pá e uma sacola, que foram entregues a Andrew. Com a pá, ele coletou as cinzas de Ahmed, guardando-a naquela sacola. Ali ele poderia ver, também a loira que avançou sobre a invasora.

Angel não podia entender por que diabos estava triste por aquele cara, que queria matá-la. Isso não podia ser natural. Ela via uma mulher negra e um latino chegando. O latino bem sujo... pelo que havia visto nas noites, aquilo significada que ele havia sido recém abraçado, em um abraço coletivo, provavelmente.

Andrrew pigarreia, dizendo.

- Pdro, obrigado pela ajuda. Hilary, Ayla, vamos. Precisamos prestar nossas últimas homenagens à Ahmed. Ele merece.

Disse indo na direção da porta, sendo seguido por Christine e por Ayla.

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Narração - Amanda

Mensagem  Admin em Seg Jan 05, 2015 6:26 am

- Bora entrar de novo. Agora, pode ficar tranqüila. Não vai ficar babando de novo. Pelo menos... não daquele jeito.

A morena piscou para Amanda, entrando novamente naquele grande salão. As duas poderiam ver o Arcebispo entrando em uma porta que ficava em uma das paredes laterais, e é pra lá que Rosa seguia, dizendo em voz baixa.

- Assim como você é minha cria, eu sou cria do Arcebispo. Portanto, ele é, hmm... seu avô. Não ache que isso significa falicidades. Muito, muito pelo contrário...
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Amanda - Narração

Mensagem  Amanda Compton em Seg Jan 05, 2015 9:18 am

Amanda ignorou o primeiro comentário de Rosa, se aquela puta texana tivesse lhe avisado que isso poderia acontecer, com certeza a ruiva teria se controlado, mas enfim.

Elas entravam denovo na sala e viam aquele deus grego já saindo, entrando em uma das portas laterais, e então Rosa comenta sobre ele ser "avô", e imediatamente Amanda faz uma cara "O que????", mas nada disse. Seu avô? Isso era ruim não era? Sentiu tesão com seu AVÔ??? Era como se Amanda tivesse brochado completamente como nunca. Imaginou muitas coisas e nenhuma delas havia a agradado... A ruiva resolveu ficar calada, era melhor entender as coisas usando sua percepção e raciocinio ao invés de esperar que Rosa a explicasse as coisas, não que fosse a faca mais afiada, mas ao menos tentava né...
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Re: Mansão do Arcebispo - Zona Norte

Mensagem  Karsh Von Bredtch em Seg Jan 05, 2015 4:55 pm

O Demonio acompanhava impassível o retornar da Diablerista. Imaginava quantas marcas negras ela carregava consigo no seu espírito.

O Tzimisce tinha franca curiosidade na metamorfose sobrenatural q um Diablerista passa... Sempre preferira a metamorfose do corpo.

Ele segue observando ativando seu Don de Caim observando os demais na sala

Off: auspícios 2
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Re: Mansão do Arcebispo - Zona Norte

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